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“A vida somos nós que a fazemos” (parte I)

“A vida somos nós que a fazemos” (parte I)
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22-07-2014 - 23:14
Desde muito pequena que sentia que, algo de enigmático existe por detrás da simples palavra “vida”, mas com o passar dos anos, fui percebendo que, viver é muito mais do que seguir as instruções dos pais, familiares e amigos. Viver é um processo que reúne complexidade, que nos exige empenho, inteligência e o desenvolvimento de competências para que possamos fazer face aos desafios que nos são apresentados.
 
Se, por um lado, a vida se reveste de encantos na infância, se crescemos a acreditar no Pai Natal e em todo um mundo de fantasia, por outro lado, é importante ter em conta a noção de concreto que nos vai ser muito útil nos anos posteriores.
 
Na verdade, a vida é um processo gradual, constituído por etapas que, passam muito para além do crescimento físico e das aptidões cognitivas. Viver é um paralelo entre a nossa capacidade de sonhar, de interpretar as nossas actuações, de transportar os conhecimentos colhidos pelas vivências e, acima de tudo, conseguir encontrar e dividir o amor no meio do processo.
 
Se é verdade que, nos adaptamos com facilidade a situações novas, também é certo que nos fazemos transportar pelo passado em cada novo “salto que queremos dar”.
 
Mediante este misto de oportunidades, temos sempre de assumir que, somos viajantes activos, que somos influenciados, mas que, no final das contas, temos sempre a última palavra a dar nas escolhas e decisões que fazemos. Talvez por isso, exista uma enorme diferença entre nos desculpabilizarmos por um erro e, encontrar uma boa desculpa para nem sequer tentar iniciar algo novo.
 
Basicamente, somos responsáveis por quase tudo! Escapa-nos a responsabilidade das características genéticas, da maior ou menor aptidão natural para o desempenho de determinadas actividades e funções, mas somos mesmo forçados a conhecer-nos e a tomar partido das nossas decisões e, não vale a pena recorrer a frases feitas como: “Não pedi para nascer”, porque se tivemos uma oportunidade de integrar o mundo, é porque tínhamos de a aceitar e desenvolver de alguma forma.
 
AP
 
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