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Cérebro masculino prefere sexo a jantar

Cérebro masculino prefere sexo a jantar
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01-04-2015 - 22:31
Esta será uma das grandes diferenças entre os géneros, mas que por enquanto ainda são os animais que suportam os estudos.
 
Tendo por base os resultados de um estudo realizado por uma universidade norte- americana,  quando se tem de escolher entre um prato de comida e uma parceira, os machos preferem a segunda opção.
 
Os investigadores da University of Rochester Medical Center explicam como pequenas mudanças no circuito cerebral podem ditar diferenças comportamentais entre o sexo masculino e feminino. 
 
Neste sentido, é determinado pelo cérebro que, os machos preferem sexo a comida. A investigação envolveu vermes, mas extrapolando para o caso dos homens, o professor assistente Douglas Portman disse ao The Telegraph que “embora saibamos que o comportamento humano é influenciado por inúmeros fatores, incluindo normas culturais e sociais, estas descobertas apontam para mecanismos biológicos básicos”. 
 
Os mesmos podem não só ajudar a explicar algumas diferenças de comportamento entre homens e mulheres, mas também facilitar a compreensão de diferentes sexos serem mais suscetíveis a determinado tipo de doenças neurológicas.”
 
A investigação passou por olhar para um nemátodo microscópico chamado C. elegans — um animal vermiforme, que pode ter dois géneros: hermafrodita ou macho, e que é um poderoso sistema de modelo, em que as técnicas genéticas e celulares são facilmente aplicáveis. 
 
Durante o estudo, os cientistas focaram-se nos neurónios chamados AWA (sensoriais), que estão fortemente ligados à fome e ao apetite sexual.
 
A experiência baseou-se na escolha entre comida e a procura de uma parceira. Para tal, os investigadores colocaram os bichos em placas de Petri e deram-lhes comida, dando-lhes a opção de se alimentarem ou procurarem o acasalamento.
 
Alguns dos vermes foram geneticamente modificados para se tornarem mais sensíveis ao cheiro da comida, através da manipulação dos seus neurónios. E provou-se que os vermes normais (não modificados) ignoraram a sua comida e foram à procura de um par.
 
No entanto, os vermes que foram geneticamente modificados para se tornarem mais “esfomeados” provaram ser dez vezes menos bem-sucedidos em encontrar parceiras, uma vez que quiseram permanecer junto à comida.
 
O estudo publicado na revista científica Current Biology sugere assim que os vermes normais foram capazes de ignorar ou até suprimir a fome que sentiam em detrimento de encontrar uma companheira.
 
De acordo com o investigador responsável pelo estudo, “estas descobertas mostram que ao sintonizar as propriedades de uma única célula, podemos mudar o comportamento e, ao mesmo tempo, fazer uma nova definição de prioridades que de outra forma, não ocorreriam”.
 
No futuro, quem sabe se este estudo pode demonstrar que o cérebro masculino prefere uma boa noite de sexo a um jantar romântico!
 
 
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