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Mariana Villar

Mariana Villar
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20-08-2013 - 22:46
Este é o pseudónimo de Lucinda Costa Alves Figueira que nasceu em S. Brás de Alportel a 14 de Março de 1927.
 
 
No mundo artístico do qual fez parte toda a vida foi conhecida como Mariana Vilar, motivo pelo qual lhe prestamos esta justa homenagem com o nome com que gostaria de ser aplaudida pelo público nas muitas interpretações em que participou. 
 
Após um longo percurso enquanto actriz de teatro, TV e cinema, o país e a região perdeu esta mulher em 29 de abril de 1998 quando veio a falecer em Lisboa deixando uma história de vida notável. 
 
Esposa de Luiz Francisco Rebello, Mariana Vilar conheceu a sua estreia no cinema com apenas 25 anos, isto no ano de 1952, o que para a sua época foi um feito digno de enaltecimento e de registo. 
 
Começou por interpretar a protagonista do filme "Duas Causas", ao lado de Alves da Cunha e, a partir desta oportunidade de mostrar o seu talento, seguiram-se os filmes "A Rosa de Alfama" e "Quando o Mar Galgou a Terra" de Henrique Campos, antecipando desde logo uma carreira de sucesso. 
 
Dois anos mais tarde, em 1954, fez parte de várias companhias teatrais, entre as quais o Teatro d'Arte de Lisboa, o Grupo de Acção Teatral e a Casa da Comédia. Participou em peças como "Yerma" de Garcia Lorca, "Dez Convites para a Morte" de Agatha Christie, "Joana d'Arc" de Jean Anouilh, "O Amor dos 4 Coronéis" de Peter Ustinov, "A Casa dos Vivos" de Graham Greene, "Os Fantasmas" de Eduardo de Filippo, "O Sedutor" de Diego Fabbri e "O Processo" de Kafka. 
 
Sem esquecer que também participou em muitas noites de teatro da RTP e na célebre novela do canal público de televisão, Chuva na Areia que igualmente contou com muita projecção. 
 
Integrou o elenco do filme "A Estrangeira" em 1983 de João Mário Grilo e, sete anos mais tarde, participou no teledrama "Todo o Amor é Amor de Perdição" de Herlander Peyroteo. 
 
No teatro destacou-se por uma vasta participação em peças que se imortalizaram e que, apesar do resumo, merecem ser reconhecidas como ligadas à actriz. Assim, para além das já referidas participações, Mariana Vilar interpretou enquanto actriz papéis de relevo nas peças teatrais: 
 
“Perdeu-se um Marido”, de Frederico Pressler, 
 
“Por Um Fio...”, de Costa Ferreira, 
 
“A Sogra de Luis XIV”, de Georges Feydeau ou o 
 
“O Palco da Vida”, de Alessandro De Stefani. 
 
O nome de Mariana Vilar ficou ainda associado a 
O João Valentão. de Amadeu do Vale, 
 
A Casa dos Vivos, de Graham Greene, 
 
Os Fantasmas, de Eduardo de Filippo, 
 
A Grande Jornada, de Frederico Pressler, 
 
O Sedutor, de Diego Fabbrim entre muitos outros sucessos que foi acumulando ao longo do seu percurso. 
 
Recordar Mariana Vilar é mesmo enaltecer uma mulher que marcou gerações e que, apesar de ter saído da região algarvia à procura de outros palcos onde pudesse representar, inevitavelmente acabou por elevar o Algarve em todos os lugares onde foi aplaudida e valorizada, eis um grandioso motivo para a recordar e para reconstituir um resumo da sua biografia que poderá despertar muitos outros novos talentos da região e do país. 
 
(Actualização:25.08.11)
 
 
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