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O que se esconde por detrás do Pai Natal?

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03-12-2013 - 22:59
Com a aproximação do Natal, faz todo o sentido saber um pouco mais acerca de uma figura que continua a apaixonar multidões em todo o mundo.
 
Conhecido como “Pai Natal” ou “Papai Noel” no português do Brasil, (“Noël" é natal em francês) esta figura representa uma lenda que, em muitas culturas ocidentais, traz presentes aos lares de crianças bem-comportadas na noite da Véspera de Natal, o dia 24 de dezembro, ou no Dia de São Nicolau (6 de dezembro). 
 
Pensa-se que, a lenda se pode ter baseado em parte em contos hagiográficos sobre a figura histórica de São Nicolau.
 
Trata-se de uma história quase idêntica que é atribuída no folclore grego e bizantino a Basílio de Cesareia. 
 
O Dia de São Basílio, 1 ou 1.º de janeiro, é considerado a época de troca de presentes na Grécia.
 
Mas, para quem não acredita, na realidade o verdadeiro Papai Noel foi uma pessoa de “carne e osso”, mais precisamente São Nicolau Taumaturgo – um arcebispo turco. 
 
São Nicolau costumava ajudar as pessoas pobres da cidade de Mira colocando moedas de ouro nas chaminés de suas casas durante a época de Natal. 
 
Mais tarde, em consequência desses gestos altruístas, diversos milagres foram atribuídos a São Nicolau e, como tal, passou a assumir o estatuto de santo.
 
A sua imagem como símbolo natalício teve origem na Alemanha, e de lá se espalhou para o mundo inteiro. 
 
No calendário alemão, o dia de São Nicolau corresponde a 6 de Dezembro, uma data ainda hoje celebrada por este povo, para oferecer os presentes aos mais pequenos, já que a 24 de Dezembro é a festa da família, onde se festejam as trocas e os afectos.
 
Enquanto São Nicolau era originalmente retratado com trajes de bispo, actualmente o Pai Natal apresenta-se como um homem rechonchudo, alegre e de barba branca trajando um casaco vermelho com gola e punho de manga brancos, calças vermelhas de bainha branca, e cinto e botas de couro preto. 
 
Rapidamente essa imagem se tornou popular nos EUA e Canadá no século XIX, devido à influência da Coca-Cola, que, na época lançou um anúncio do bom velhinho com as vestes vermelhas.
 
A imagem tem-se mantido e reforçado através dos mídia em músicas, filmes e anúncios de vária ordem, a ponto de se associar quase totalmente a imagem do velhinho ao próprio Natal.
 
É comum para as crianças perceberem o Natal através da imagem do boneco que, nesta altura do ano, ocupa praticamente todo o espaço publicitário nas televisões.
 
Segundo a lenda, o Pai Natal mora no Extremo Norte, numa terra de neve eterna. Na versão americana, o doce velhinho mora numa casa no Polo Norte, enquanto na versão britânica frequentemente se diz que, o Pai Natal reside nas montanhas de Korvatunturi na Lapônia, Finlândia. 
 
Como faz sentido que o doce velhinho esteja acompanhado, acrescentou-se a “Mãe Natal” e as suas renas.
 
Outra lenda popular diz que ele faz uma lista de crianças ao redor do mundo, classificando-as de acordo com o seu comportamento, e que entrega presentes, como brinquedos ou doces, a todos os garotos e garotas bem-comportados e, às vezes carvão às crianças mal-comportadas, na noite da véspera de Natal. 
 
É de recordar que, o personagem foi inspirado em São Nicolau Taumaturgo, arcebispo de Mira na Turquia, no século IV.
 
Nicolau costumava ajudar, anonimamente, quem estivesse em dificuldades financeiras. Colocava o saco com moedas de ouro a ser ofertado na chaminé das casas e discretamente aguardava que a vida daquelas famílias melhorasse sem revelar o seu feito generoso.
 
As crianças devem ou não acreditar no Pai Natal?
 
Alguns cristãos dizem que a tradição do Pai Natal desvia os seus crentes das origens religiosas e do propósito verdadeiro do Natal, enquanto que, outros críticos assentam na tese de que, o Pai Natal é uma mentira elaborada e que é eticamente incorrecto que os pais ensinem os filhos a crer na sua existência.
 
Há também quem se coloque na defesa dos pais que, atrás da imagem do Pai Natal, acabam por gastar muito dinheiro e alimentar o consumo, mas de um modo geral, a figura do doce velhinho acaba por anunciar a chegada da tradição em milhões de lares em todo o mundo e, por fascinar as crianças que, normalmente acreditam que o Pai Natal lhes dá presentes até aos poucos anos de vida.
 
Desvendada a Lena, crianças e jovens acabam por não ser indiferentes à magia do fato vermelho e das barbas brancas.
 
Nas escolas, sobretudo em Portugal, alimenta-se a imagem do Pai Natal e a festa circula em torno dessa magia com trabalhos, músicas e diversas actividades que ilustram uma quadra sem que se coloque de parte as crenças familiares ou se entre em colisão com as tendências da comunidade. Tudo porque se aceitou a ideia de que o Pai Natal é para divertir os meninos e, os mais crescidos, acabam por não resistir à alegria que a imagem encerra.
 
Cabe aos pais alimentar ou não esta magia que, normalmente não ultrapassa os seis anos de idade e que acaba por fazer felizes as crianças que, têm a sorte de conseguir acreditar que um velhinho de longe os escolheu para entregar um presente…
 
Já agora, Feliz Natal!
 
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