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Por que choram os bebés?

Por que choram os bebés?
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20-04-2015 - 10:31
Esta é uma questão que muitos pais querem ver respondida, sobretudo na hora de dormir!
 
Tendo por base os testemunhos de Constança Cordeiro Ferreira, autora do livro: “Os Bebés Também Querem Dormir”, o choro dos mais pequenos é como que “o último reduto para transmitir aos pais que algo não está bem”.
 
Os bebés choram “como que dando um alerta após terem mostrado diversos sinais do que necessitam”.
 
A autora do livro e de diversos trabalhos de investigação, adianta que “eu ensino diariamente aos pais a descodificarem a linguagem dos bebés precisamente para evitar o choro”.
 
A terapeuta adianta que, “através de pequenos sinais como movimentar a língua, fixa o olhar nos pais, emitir alguns sons, o bebé mostra que precisa de alimento, de conforto ou mesmo que lhe mudem a fralda”.
 
O choro acaba por chegar quando “essa linguagem corporal não é descodificada pelos pais ou cuidadores”.
 
No seu mais recente livro, Constança Cordeiro Ferreira procura responder ás questões mais frequentes dos pais, alertando que, “não podemos cuidar dos nossos bebés como cachos, já que eles não se vão adaptar com esse tipo de autonomia que apresentam alguns animais”. 
 
A autora reforça que, “os nossos bebés precisam de colo, de atenção, de um ambiente tranquilo, de conversa, de brincadeira para que possam estar felizes e que todo o ambiente à sua volta igualmente seja calmo”.
 
Para Constança Cordeiro Ferreira, o desafio de perceber as cólicas, os choros intensos, as dificuldades em dormir passa na maioria das situações por estar atento ao bebé, aos seus sinais e alertas, pois é através dessa linguagem que ele vão comunicar com os pais e não a partir do choro que é o último recurso de que dispõe”.
 
Após um longo trabalho de investigação a autora sublinha “durante a minha experiência de três anos a estudar exaustivamente o tema, percebi a importância de manter um ambiente estável, alegre, acolhedor para a família e que, não são precisos comandos ou relógios, deixar o bebé chorar para aprender e daí por diante que vão melhorar os hábitos de sono. O bebé está tranquilo e dorme bem quando tudo à sua volta está sereno, o mesmo se passa com as colocas…”
 
A terapeuta alerta que, “o medo e a instabilidade dos pais transmite-se para o bebé, logo só invertendo a situação é que ele se vai acalmar a sentir seguro. O bebé quer e precisa de dormir. Não precisa é de palmadinhas, tempo para chorar e daí por diante. Precisa de se sentir bem, de perceber que os pais estão felizes e que gostam dele”. 
 
Em 276 páginas, Constança Cordeiro Ferreira explica aos pais truques e ideias para uma vida mais harmoniosa e um bebé mais saudável e com menos choros, uma vez que, “a vida com um bebé ao colo não tem de ser feita de lutas para dormir, cólicas, choro permanente, inseguranças e medos. Há estratégias que fazem a diferença e técnicas para os momentos SOS, para que os pais e o bebé se entendam na perfeição, criando uma ligação única”.
 
Considerada a “Fada dos bebés”, Constança Cordeiro Ferreira mostra, neste livro, como cada bebé tem, dentro de si, um verdadeiro manual de instruções e ajuda os pais a compreender os sinais.
 
Para a autora, “Conhecer a perspetiva do bebé é fundamental para o compreender. É um mapa para a ocitocina, essa hormona milagrosa que vai transformar as dificuldades em recordações felizes. É uma ajuda para que cada mãe, cada pai, possa descobrir e libertar o seu instinto, ligando-se profundamente ao seu bebé. É a mais antiga história de amor do mundo”.
 
Constança Cordeiro Ferreira é terapeuta de bebés e conselheira de aleitamento materno da OMS/Unicef. Trabalha com famílias há mais de seis anos e já ajudou centenas de pais a compreenderem melhor os seus bebés e a superarem dificuldades de amamentação, choro inconsolável, cólicas e noites mal dormidas.
 
Apaixonada pelas questões da infância e da maternidade, fez formação ao longo dos anos em Portugal e no estrangeiro, com vários especialistas nacionais e internacionais nas áreas do toque terapêutico, dos traumas perinatais e dos aspetos emocionais da transição para a parentalidade. A sua abordagem conjuga visões da antropologia, as descobertas das neurociências atuais e uma perspetiva instintiva daquilo que é ser pai e mãe, num profundo respeito pelo bebé e pelas necessidades de cada família.
 
Fundou em 2014 o Centro do Bebé, em Lisboa, um projeto destinado a apoiar as famílias para uma parentalidade feliz e confiante, desde a gravidez até aos primeiros anos de vida. É mãe de dois filhos.
 
 
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