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Seca não impede aumento de produção de vinho no Algarve

Seca não impede aumento de produção de vinho no Algarve
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11-09-2017 - 17:30
Apesar do ano atípico registado, que obrigou a antecipar as vindimas, o rendimento da colheita foi médio-alto e prevê-se um aumento na produção de cerca de 20% para os Vinhos do Algarve.
 
A avaliação foi feita pela Comissão Vitivínicola do Algarve, que em comunicado e apesar da baixa pluviosidade que caraterizou o Inverno e Primavera, confirma que o rendimento da uva andará pelos 65 a 75%, "apresentando aquela fruta um bom estado sanitário", esperando uma boa colheita para 2017 e consequente aumento da produção em cerca de 20%, que é potenciado também por alguns investimentos em novas vinhas e no aumento de área plantada.
 
A mesma comissão diz que as altas temperaturas verificadas em julho aceleraram a maturação das uvas, sendo necessário a sua colheita antecipada afim de preservar as caraterísticas naturais das castas, potenciando a qualidade final dos vinhos.
 
Carlos Gracias, presidente da CVA – Comissão Vitivinícola do Algarve, antecipa um ano de sucesso: “Se as condições económicas se mantiverem favoráveis e continuarmos a amentar a atratividade turística da região, prevemos para 2018 – com a ajuda do setor da distribuição e da restauração – um ano recorde na comercialização dos Vinhos do Algarve”.
 
Para Mário Santos – proprietário e produtor dos vinhos Quinta da Tôr – as expetativas são igualmente animadoras para 2018. Com um aumento da produção e mantendo a qualidade da uva refere que “após a vindima de uma parte da produção, da qual já iniciamos também a vinificação, noto a uva muito sadia e com um ótimo equilíbrio nos açucares e na acidez, o que me dá muito boas perspetivas para a produção deste ano”.
 
Para este viticultor a antecipação da vindima é também uma realidade considerando “normal que suceda assim pois foi um ano e um verão muito seco. Nós não vamos ser afetados na quantidade e na qualidade com este facto, pois regulámos a maturação das uvas com rega, o que contrabalançou o efeito de seca”.
 
A falta de mão-de-obra para a apanha das uvas é igualmente uma realidade que se tem verificado noutras regiões vinícolas e à qual o Algarve não está imune, sendo mais agravada pela forte procura que o setor turístico tem por mão-de-obra nesta altura do ano. Muitos produtores vêem-se obrigados a contratar trabalhadores em regime temporário fora da região para colmatar esta lacuna, afiança a Comissão.
 
 
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