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Sexo: a “chave” da felicidade

Sexo: a “chave” da felicidade
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13-06-2016 - 13:13
Não é novidade que a intimidade acarreta um conjunto de benefícios que permite elaborar uma extensa lista de razões para praticar sexo, o que não se fala tanto é da regularidade com que se deve fazer amor para tirar pleno partido desses momentos.
 
De acordo com a maior parte dos estudos publicados, o sexo constitui a mais poderosa “arma” para a felicidade, sendo que é capaz de abarcar a criatividade e o sucesso na vida. Tudo porque a relação sexual permite conquistar auto-confiança, bem-estar, melhorar a convivência social, a aceitação pessoal e daí por diante.
 
Afirmam os investigadores que, fazer sexo é muito mais do que procurar um parceiro ocasional e libertar um conjunto de tensões acumuladas. Fazer sexo pressupõe afecto, entrega, capacidade de conversar com o outro de forma mais íntima, procurar novas formas de prazer e descobrir cada vez mais e melhor o próprio corpo.
 
Ao mesmo tempo que o sexo é uma fonte de prazer que se partilha com quem se ama, também é um forte alicerce para a saúde. Dizem os estudos mais recentes que, praticar sexo diariamente previne um conjunto de doenças, enquanto que acrescenta o bem-estar físico e emocional.
 
Não é por acaso que o sexo pode ser entendido como um poderoso exercício físico, que ajuda a controlar a tensão arterial, que diminui o risco de cancro, que melhora a auto-estima e a convivência social, que reduz a ansiedade e o stress, que acrescenta a criatividade e permite dar lugar a um infinito de talentos. Tudo porque quando estamos bem connosco próprios, a vida é mais colorida e feliz!
 
Segundo o “Psychology Today”, os benefícios são tão mais visíveis quanto se conseguir manter um relacionamento com alguém, isto porque a sucessiva mudança de parceiro/a reduz consideravelmente o bem-estar produzido pelo sexo. Se por um lado, a sensação agradável de despertar interesse num desconhecido, é apreciada e um motivo de auto-confiança, por outro, a continuidade de um relacionamento permite acrescentar essa motivação e libertação interior sabendo que se é desejado por quem se ama e que é possível melhorar esse sentimento diariamente.
 
Ao mesmo tempo, a sensação de conforto, de tranquilidade e de segurança, não se consegue alcançar em relações ocasionais.
 
O mesmo site dá conta da importância de se viver o sexo com intensidade, criatividade e desejo, já que só assim, o mesmo vai assumir o seu verdadeiro papel na vida do ser humano.
 
O Everyday Health esclarece quem, “pessoas que praticam sexo diariamente têm um brilho especial, exibem mais saúde e boa disposição, são menos conflituosas no seu quotidiano, trabalham mais e melhor, apresentam um humor saudável e muito menos doenças”, tudo porque “dedicam mais tempo a si mesmas, à pessoa que amam, conversam mais acerca dos seus dramas e libertam-se para o amor.”
 
O mesmo site sublinha que, “os praticantes de sexo apreciam muito mais a sua família, lutam muito mais pelo bem-estar de todos e perdem muito menos tempo com a televisão e com a vida alheia, razões pelas quais são mais descontraídas e felizes, para além de terem mais saúde”.
 
As pessoas que se predispuseram aceitar o desafio de substituir a televisão e a Internet nos serões, confessam ter muito mais qualidade de vida e felicidade. Passaram a organizar melhor o seu tempo e a dedicar mais atenção aos que os rodeiam e acreditam ter dado um “passo em frente” rumo ao bem-estar físico e emocional.
 
Estes casais não dão espaço à rotina, uma vez que, “quando se está ligado emocionalmente, desenvolve-se mais criatividade para fazer algo novo.” E acrescentam, “é tudo uma questão de hábito: o sexo passa a ser um momento normal para terminar o dia. Claro que no início se acha estranho ir para a cama e, antes de dormir, fazer sexo, mas em pouco tempo, a sensação é tão agradável que passa a ser uma necessidade.” Com os benefícios no dia seguinte, só queremos mais e mais sexo, pois até melhora a qualidade do sono e a forma como se desperta na manhã seguinte!”
 
Dizem os mesmos praticantes diários de sexo que, o principal problema é o tabu associado à intimidade. “Ainda há quem entenda a sexualidade como forma de acasalamento e procriação. Pensar em sexo diário pressupõe cortar com esse tipo de preconceitos que retira a beleza e a entrega que o sexo proporciona.”
 
Os praticantes diários de sexo encaram a intimidade “como algo normal para o bom funcionamento do corpo humano. Em nosso entender, o sexo tem sido encarado como algo que está ali entre duas pessoas e que só se usa quando necessário, mas na prática não pode ser assim! O sexo tem de ser desenvolvido pelo casal e entendido com naturalidade. Existe desejo, desenvolve-se, desfruta-se e sente-se. É tão simples quanto o casal estar a ver televisão à noite!”
 
 
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