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Treinar o cérebro pode fazer (muita) diferença no envelhecimento

Treinar o cérebro pode fazer (muita) diferença no envelhecimento
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08-06-2015 - 11:37
A teoria surge-nos do Japão através de um jornalista da BBC que testemunhou o trabalho de um neurocientista que faz um exercício diário com idosos no seu “Ginásio Cerebral”.
 
Preocupado com a “preguiça” que se vive na atualidade devido ao uso excessivo dos computadores e da falta de treino da memória, Ryuta Kawashima, um neurocientista japonês conhecido por ter dado origem ao jogo 'Brain Game' da Nintendo, dedica-se a mapear as regiões do cérebro que controlam as emoções, a linguagem, a memória e o conhecimento.
 
Kawashima defende que fazer certos exercícios simples, com frequência, ajuda a reverter alguns processos de envelhecimento das funções cerebrais. Por exemplo, fazer contas, além de nos ajudar na matemática, também nos pode ajudar a lembrar de nomes e até do sítio onde deixamos a chave de casa. 
 
Acredita que estes exercícios cerebrais podem mesmo melhorar o desempenho do nosso cérebro em todos os aspetos.
 
O especialista criou um 'ginásio cerebral' em Sendai, no Japão onde ajuda idosos a treinarem os seus cérebros para reverter os efeitos do envelhecimento.
 
Kawashima é investigador do Centro para o Envelhecimento Inteligente da Universidade de Tohoku e trabalha com grupos de idosos, investigando formas de manter os seus cérebros ativos durante mais tempo. 
 
O neurocientista japonês acredita que a plasticidade do cérebro, a sua capacidade de se transformar, não existe apenas nos jovens, mas até em pessoas que têm demência.
 
Uma das suas preocupações é que o uso crescente dos computadores torne o nosso cérebro preguiçoso. Apesar de esta teoria ser vista com algum ceticismo, as suas investigações e experiências têm despertado muito interesse na área científica e tanto os pacientes com demência como a população em geral beneficiariam das suas descobertas, como destaca a BBC.
 
Com a regularidade de três vezes por semana, um grupo de idosos de Sendai vai a este 'ginásio cerebral' de Kawashima para treinar num ambiente controlado.
 
O jornalista da BBC News Magazine, Adam Shaw, foi testar a destreza cerebral destes idosos. Competiu com a aluna Endo Tokiko. A octogenária não só conseguiu terminar o teste muito antes do que o britânico com metade da sua idade, como o fez com grande facilidade.
 
Uma análise à atividade cerebral de ambos durante o exercício revelou que enquanto Adam Shaw usou todas as suas 'armas mentais', o monitor de Tokiko revelou que ela usou apenas uma pequena parte da sua capacidade mental. 
 
Esse desempenho brilhante, como explica o jornalista da BBC foi resultado de 15 minutos de treino cerebral diário.
 
Adam Shaw admite ainda que teve de procurar novamente o nome da sua adversária enquanto que ela, provavelmente, ainda se lembra do dele!
 
 
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