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Na BTL Isilda Gomes diz-se «uma autarca inconformada»

Na BTL Isilda Gomes diz-se «uma autarca inconformada»
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15-03-2019 - 12:09
O Município de Portimão, agendou para esta quinta-feira na BTL - Bolsa de Turismo de Lisboa, a apresentação do programa de "Portimão Cidade Europeia do Desporto» com uma média de 3 eventos por dia, nas mais variadas modalidades desportivas.
 
No final da cerimónia a autarca falou com o Algarve Primeiro, recuando aos momentos mais "duros" do seu trabalho à frente da autarquia, até à recuperação conseguida de forma consistente, projetando o concelho num futuro mais risonho.
 
Isilda Gomes disse ao nosso jornal que, «o que me dá força para lutar é o trabalho que já fiz e o trabalho que temos pela frente. Os desafios são muitos, os projetos são muitos e, é isso que me faz mover. Nós nunca nos devemos conformar. O conformismo é algo que não deve estar na mente do autarca».
 
Realçando esta tónica que considera essencial, a presidente da Câmara Municipal de Portimão sublinhou que, «o autarca tem de ser um iconformista; tem de ter sempre outros objetivos porque nunca nada está feito. Bem ou mal, o que está feito, já está realizado, depois temos é de lutar para fazermos mais e melhor».
 
Isilda Gomes recordou que, quando chegou à autarquia e se apercebeu das dificuldades que teria pela frente «nunca me passou pela cabeça abandonar o lugar. Passei muitas noites sem dormir, passei por muitas dificuldades. Ninguém faz ideia do que é chegar a meio do mês e não saber se tem dinheiro para pagar os funcionários, portanto isso é um drama. Qualquer pessoa fica sem dormir numa situação destas, mas o que me movia era procurar soluções para resolver estes problemas».
 
A autarca frisa mesmo que, «para cada problema, nós temos de encontrar a solução. Eu encontrei milhares de problemas; a situação da Câmara era catastrófica, mas nunca enganei ninguém e, nunca menti sobre isso. Sempre disse a verdade aos meus concidadãos e, continuo a dizer. Hoje, felizmente estamos bem».
 
Para a mesma responsável, «a mobilização dos portimonenses foi um forte alicerce para, em conjunto, começarmos a resolver todos estes problemas. Os portimonenses trabalharam e criaram mais-valia, uniram-se. Ao mesmo tempo, aproveitamos a conjuntura e  criamos uma estratégia de orçamento, de tesouraria e de investimento muito, muito rigorosa. Durante muito tempo, não se gastava um cêntimo a não ser que se pudesse justificar uma urgência ou que estivesse em perigo a segurança das pessoas».
 
Neste momento, Portimão «está a jogar em várias frentes. Eventos, Cultura, Desporto, Ambiente. Isto consegue-se porque toda a gente está motivada. As dificuldades pelas quais passamos, levou a que as pessoas se unissem de outra forma e trabalhassem para ‘dar a volta’. É esse trabalho que continua no espírito das equipas para se conseguir mais e melhor para Portimão em todas as áreas».
 
Isilda Gomes reforça que «estamos de consciência tranquila porque estamos a fazer o melhor que podemos por Portimão e, os resultados têm sido magníficos. Quem passou este ano com resultados transitados de 23 milhões de euros, é de facto muito animador e, dá-nos uma perspetiva de futuro».
 
Essa verba «que temos para investir será para melhorar as vias de comunicação mas também na qualidade de vida das pessoas através da melhoria dos espaços públicos. Temos muito que fazer. Temos de fazer opções e, neste momento temos condições para brindar os portimonenses com essa melhoria da qualidade de vida».
 
O Algarve Primeiro aproveitou a ocasião para perguntar a Isilda Gomes acerca do facto do Centro de Saúde de Portimão ser o que recebe mais queixas a nível nacional, de acordo com declarações proferidas a um programa de rádio, do deputado Cristóvão Norte (PSD), baseando-se num estudo que revela a satisfação dos utentes.
 
Isilda Gomes não quis avançar muito sobre a matéria, dizendo que «neste momento, vamos receber competências do Estado também na área da saúde. Naturalmente que vamos aprofundar essa questão. Eu quero saber o que se passa. Qualquer cidadão tem o direito de saber o que se passa e, se é verdade. Eu não tenho dados neste momento que me permitam afirmar que assim é, agora preciso de saber porquê e ajudar a ultrapassar essas dificuldades, é esse também o papel do autarca, vou procurar saber mais acerca desses resultados e averiguar o que é possível fazer».
 
 
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