Organizado pela FARO 1540 – Associação de Defesa e Promoção do Património Ambiental e Cultural de Faro, as sessões do evento decorrem no auditório Culture and Conference Hub do hotel 3HB Faro, na Rua Vasco da Gama, n.º 33, com início às 21h00 e final previsto às 23h30.
Ao longo de três noites, o público é convidado a percorrer uma programação que reúne três categorias, Ficção, Documentário e Animação, e que cruza géneros, estilos e sensibilidades muito distintas.
As sessões do Farcume foram pensadas sem intervalo, de modo a proporcionar uma experiência cinematográfica contínua. Mantém-se, no entanto, a liberdade do espectador para entrar ou sair da sala ao longo da projeção.
Para Paulo de Oliveira Botelho, diretor executivo do Farcume, «acreditamos que o cinema é um encontro entre diferentes sensibilidades: a de quem cria e a de quem vê. Respeitamos a visão e a liberdade artística de cada realizador, mas acreditamos também que cada espectador deve ter espaço para descobrir o filme à sua maneira, estabelecer ligações com a sua própria experiência e encontrar nele os significados que mais o tocam. No Farcume, o espectador não é apenas quem assiste, é parte integrante da experiência cinematográfica».
Esta filosofia estende-se à forma como o festival concebe a relação com o público. «Para nós, um filme não termina quando acaba a projeção. Continua nas emoções que desperta, nas ideias que suscita, nas perguntas que deixa e nas conversas que pode gerar. O nosso propósito é criar as condições para que cada obra encontre o seu público e para que cada espectador possa viver o cinema de forma livre, pessoal e única», acrescenta.
O Farcume renova assim o seu compromisso com a divulgação do cinema independente.