Promovido pelo Município de Olhão, em coprodução com a associação Moces, contando com a parceria de empresas e entidades locais, "o festival proporcionou dois dias de encontro, convívio e contacto com a natureza, tendo como principais eixos a sustentabilidade, a inovação, a cultura e a comunidade", regista nota da autarquia enviada ao Algarve Primeiro.
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Ao longo do evento, o público teve oportunidade de participar em workshops, palestras e conversas, que abordaram temas relacionados com a sustentabilidade e os desafios ambientais da atualidade. Entre os assuntos explorados estiveram a agricultura sustentável, as agroflorestas, a economia circular, a reutilização de materiais, os plásticos nos oceanos, as plantas e jardins do futuro, a alimentação regenerativa e a educação ambiental.
A programação incluiu ainda diversas áreas de participação e lazer, como Kids, Fleamarket, Foodtrucks e Healing, bem como uma zona de cinema dedicada a causas ambientais.
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O festival recebeu o projeto “LIXArte – Transformar lixo em arte”, coordenado pela artista plástica olhanense Joana Rocha, com trabalhos realizados por alunos dos Agrupamentos de Escolas Dr. Alberto Iria, Dr. Francisco Fernandes Lopes e João da Rosa. Estiveram também em exposição trabalhos do artista olhanense Igor Nunes Silva, inspirados nas relações entre criatividade e sustentabilidade.
Outro dos momentos que a autarquia destaca foi a participação da bióloga Ana Pêgo, responsável pelo projeto Plasticus Maritimus, dedicado à sensibilização para a literacia dos oceanos e para o problema da poluição por plástico. A especialista apresentou uma exposição e uma palestra no festival, depois de ter dinamizado workshops junto de alunos do 1.º ciclo de escolas do concelho.
O CROA – Centro de Recolha Oficial de Animais do Município participou pela primeira vez no Fértil, promovendo, no âmbito do Dia Mundial do Animal, ações de informação e sensibilização para a adoção responsável.