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Afinal a Internet torna as pessoas mais inteligentes!
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Certamente que a notícia é bem acolhida por quem passa longas horas do dia a navegar na Internet!
 
Contrariando a tese de que, guardar as informações no computador por se saber que mais tarde elas serão recuperadas é uma forma de limitar a memória, uma equipa de investigadores norte-americanos, apresenta os resultados do seu trabalho.
 
A nova tese apresentada por dois especialistas de uma universidade norte-americana afirma que, a Internet permite a libertação da memória e uma consequente apreensão de novos conteúdos.
 
O trabalho realizado por dois investigadores da Universidade da Califórnia concluiu que, a internet melhora o desempenho intelectual e 
até pode ajudar quem a utiliza a melhorar as suas capacidades.
 
Benjamin Storm e Sean Stone garantem que o facto de as pessoas poderem esquecer uma informação que sabem estar guardada algures pode trazer vantagens, ao libertar recursos cognitivos para se conseguir absorver melhor uma nova informação.
 
Para chegarem a esta conclusão, os dois investigadores basearam-se numa experiência que realizaram com estudantes. 
 
Para começar, pediram-lhes que estudassem uma lista de dez palavras armazenadas num ficheiro de um computador, alertando-os de que seriam alvo, posteriormente, de um teste de memória. 
 
Depois, apresentaram-lhes uma segunda lista de palavras. Deixaram passar 20 segundos e, de seguida, fizeram o teste relativo à esta última lista.
 
O que sucedeu? Os investigadores descobriram, segundo descreve o Business Insider, que os estudantes conseguiam um desempenho melhor quando tentavam recordar a segunda lista sempre que lhes era dada a possibilidade de guardarem a primeira num computador. 
 
A segurança de saberem que poderiam aceder às palavras da lista inicial fazia com que a esquecessem deliberadamente, o que lhes permitia concentrar as suas capacidades intelectuais na segunda lista.
 
A experiência possibilitou chegar a outra conclusão. De cada vez que o processo de guardar a informação da primeira lista num computador era “sabotado” e o respetivo ficheiro se tornava inacessível, os estudantes tinham mais dificuldades em recordar a segunda lista. 
 
A situação já não sucedia quando a informação inicial não ultrapassava duas palavras. Neste caso, guardá-la num computador tornava-se indiferente quando o desafio era o de recordar a segunda lista. 
 
Afinal, a internet, e a vasta quantidade de informação que coloca à nossa disposição dispensando-nos de a decorar, pode tornar-nos mais inteligentes, concluíram os investigadores.
 
Este novo trabalho vem contrariar a tese de que a Internet limita a memória e faz reduzir capacidades intelectuais.
 
Noutros trabalhos de investigação, existia a preocupação de a utilização da Internet reduzir o treino da memória, o que deu o mote para um novo estudo que mostra precisamente o contrário.
 
Fátima Fernandes
 
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