Nota da autarquia enviada ao Algarve Primeiro explica que, para além da descoberta das lendas e estórias que aquele espaço encerra - desde o período de reconquista da cidade de Silves pelos cristãos aos mouros, até à presença da Ordem dos Frades Menores Capuchinhos, nas instalações do convento e jardim contemplativo da quinta -, os alunos visitaram a adega, onde aprenderam como se transforma a uva em vinho, qual o papel da cortiça nesta arte produtiva e o arrolhamento das garrafas.
Os jovens realizaram ainda uma caminhada pela vinha, que permitiu revelar a influência dos solos calcários e argilosos no crescimento das uvas e consequente produção do vinho e experienciaram a arte da “desladroagem”.
São atividades como estas, fora da sala de aula, que unem geologia, produção local, história e cultura, que permitem formar jovens mais conscientes do território que os envolve, tornando-os parte ativa na promoção e divulgação do Geoparque Algarvensis, destaca a publicação da autarquia.