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As crenças pessoais são o maior impedimento da felicidade
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As crenças que vamos construindo ao longo do nosso percurso são aquilo que nos impede de sermos felizes e de alcançarmos níveis mais evoluídos de sucesso.
 
Muitas pessoas não se apercebem do impacto negativo daquilo que alimentam e que orienta as suas vidas, a que vulgarmente se dá o nome de “destino”. É o meu destino e pouco há a fazer, ouve-se com bastante regularidade, mas na prática, podemos mudar essas crenças e transformá-las em algo positivo para as nossas vidas, já o disse Joe Vitale, um ícone da metafísica e autor do livro Fator Atracão.
 
A melhor forma de percebermos até que ponto as crenças influenciam negativamente a nossa vida é colocarmos algumas questões a nós próprios, nomeadamente tentar perceber que respostas damos a nós mesmos para não fazermos determinada coisa. Dessa forma compreendemos que, desde a nossa infância, estamos programados para agir de uma determinada forma e,, para alterarmos esse padrão, precisamos de saber que argumentos reunimos para agir dessa forma; que orientações nos foram dadas para impedir que fizéssemos isto ou aquilo. Percebendo e localizando o problema, libertamo-nos dele mais facilmente e podemos encontrar um novo sentido para a nossa vida, sustenta o mesmo autor e jornalista na sua obra.
 
O essencial é darmos uma forma concreta ao nosso pensamento para que o possamos compreender. Por exemplo, quem cresceu a ter de pedir autorização à mãe para fazer tudo, naturalmente que se vai sentir incomodado quando não o fizer, mas na realidade, à medida em que nos vamos autonomizando, não temos de pedir autorização aos nossos pais para decidir a nossa vida. Existe também a crença de que, os familiares nos colocam um limite a partir do estatuto social que nos deram em pequenos, o que faz com que muitas pessoas não ultrapassem essa linha. Temos de compreender que, temos uma base inicial de vida que herdamos, mas que a podemos alterar quando percebemos que merecemos mais, que temos mais capacidades que os nossos pais, que estamos num tempo diferente e que temos direito de sonhar mais alto, é essa a convicção deste autor que a desvenda ao longo da sua obra com os seus próprios argumentos.
 
O problema das crenças é que mal iniciamos algo, já estamos a pensar que não vamos conseguir concretizar o que pretendemos por isto ou por aquilo. Vamos buscar sempre um exemplo de fracasso, um exemplo de outra pessoa, uma base errada que justifica a nossa apatia e incapacidade de concretizar algo novo. Sabemos que outras pessoas conseguem ter sucesso, mas agarramo-nos a essas crenças como limites para o que deveríamos fazer e entregamos o sucesso “aos iluminados”, enquanto que nós ficamos às escuras.
 
Joe Vitale mostra como se consegue ultrapassar esse limite. É preciso compreender o que está na base dessa crença. Ao identificarmos a resposta, estamos a tomar consciência do que se passa. Ao estarmos conscientes disso, podemos alterar. Terá de ser um passo de cada vez, é verdade, mas aos poucos, vamos modificando essas crenças que se alojaram no nosso domínio subconsciente e que nos impedem de pensar livremente. Ao tomarmos consciência disso, podemos escolher o que queremos fazer porque deixamos de funcionar como marionetas que acham que a vida lhes corre mal por culpa dos outros, quando o problema está dentro de nós, naquilo em que acreditamos e que nos impede de tentar algo novo e melhor.
 
Se pensarmos que somos responsáveis pela nossa vida, certamente que estaremos mais atentos ao que fazemos e ao que queremos, pois temos uma resposta a dar a nós mesmos. Se eu tiver de me sustentar, então eu vou procurar um emprego que me permita fazer face às minhas despesas, que me permita ter uma vida confortável, mesmo que tenha de acumular duas tarefas ou de mudar de profissão. Tenho de conseguir orientar a minha vida para o que pretendo. Nessa altura, tenho de alterar a crença do passado que me impedia de concretizar esse desejo. É esta a base para tudo. Conseguimos o que queremos quando sabemos o que queremos e identificamos o que nos impede de lá chegar. Dessa forma, podemos sair da nossa zona de conforto e mudar; alterar o que está mal e dar uma oportunidade a nós próprios de experimentar algo novo, algo mais interessante e livre. Vale a pena passar pela experiência de cortar com as crenças limitativas, assegura Joe Vitale.
 
Fátima Fernandes
 
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