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As pessoas otimistas vivem mais e com melhor saúde. 3 dicas para ser mais positivo
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É comum ouvir dizer que ser positivo aumenta a longevidade, a qualidade de vida e a saúde, mas muitas pessoas não conseguem libertar-se dos pensamentos negativos e acabam por contestar estas afirmações atribuindo-lhes um falso sentido.
 
Na realidade, ser otimista requer muito trabalho e dedicação pessoal, uma vez que estamos a lutar contra a natural tendência do nosso cérebro. Os muitos estudos levados a cabo ao cérebro humano demonstram que, existe mais negatividade no nosso cérebro do que positividade e otimismo. Tal acontece devido à necessidade que o homem sempre teve de se proteger dos perigos a que estava sujeito. Com a evolução, muitos desses perigos já não existem e é preciso reorientar o nosso cérebro para a vida atual, para o mundo em que vivemos que é muito mais estável e seguro.
 
Partindo deste pressuposto, não temos de lamentar o facto de sermos negativos, mas sim aprender a ser mais otimistas, já que são muitas as vantagens contidas nessa opção.
 
Martin Seligman, professor da Universidade da Pensilvânia e investigadores da faculdade de Dartmouth e da Universidade de Michigan, acompanhou pessoas dos 25 aos 65 anos, para estudar o quanto o nível de pessimismo e otimismo afeta o nosso organismo. Ao longo das pesquisas, os cientistas descobriram que a saúde dos pessimistas se deteriora mais rápido. A pesquisa encontrou resultados similares a um outro estudo conduzido pela Mayo Clinic que mostrou que os otimistas têm menor propensão a doenças cardiovasculares e maior longevidade.
 
Sabendo dos benefícios, torna-se imperioso conhecer a “fórmula mágica” que nos pode ajudar a ser mais positivos e, em primeiro lugar, é preciso aprender a transformar o negativo. Como? Ser realista e assumir que, presentemente não estamos sujeitos às mesmas ameaças que estavam os nossos antepassados coletores e caçadores.
 
Separando “a ficção da realidade” torna-se mais fácil contextualizar a nossa vida, os nossos sonhos e os nossos planos. Percebemos que, quando nos sentimos perdidos, devemos parar e anotar aquilo que nos está a perturbar. Devemos evitar agir no imediato e sem pensar, pois isso vai ajudar-nos a controlar os impulsos negativos.
 
Assim, o primeiro ponto é encarar a realidade com frontalidade e agir em função dessa base concreta e realista. Não nos estamos a defender de um animal selvagem. Estamos na presença de um humano como nós. Estamos na cidade, não estamos no meio da selva e daí por diante.
 
O segundo é fazer incidir o foco no positivo, na medida em que, temos de habituar o nosso cérebro a não agir segundo a sua dimensão negativa. Temos um pensamento negativo, paramos, pensamos e transformamos essa ideia em algo positivo.
 
O segredo é simples, pense sempre em algo de bom que lhe aconteceu por muito pequeno que possa parecer. Essa memória vai deixa-lo mais tranquilo e motivado em poucos instantes. A partir daí já será capaz de pensar mais friamente.
 
Por fim, ser grato é a melhor forma de compilar o desejo de ser positivo.
 
Ser grato reduz em 23% a hormona do stress, o cortisol. Uma pesquisa realizada pela Universidade da Califórnia, Davis, descobriu que as pessoas que cultivam diariamente uma atitude de gratidão sentem uma melhoria no humor e no nível de energia, além de uma redução na ansiedade.
 
Agradeça as coisas mais pequenas e as maiores. Não tenha medo de dizer “obrigado/a” e, sempre que possível, escreva, ajude a tornar o seu cérebro mais positivo. Anote o que o está a magoar e pense na solução para o problema. Faça este exercício com aquilo que o preocupa, mas tenha sempre uma alternativa em mente; uma forma positiva de resolver o assunto. Em pouco tempo, irá notar muitas diferenças na sua forma de pensar e de lidar com os outros.
 
Fátima Fernandes
 
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