Economia

Associação Comercial de Albufeira saiu à rua pela defesa do emprego

Em comunicado, a Câmara Municipal informa que, a Associação Comercial de Albufeira promoveu, no passado sábado, uma marcha móvel pelas principais ruas da cidade para mostrar o seu descontentamento em relação às medidas do Governo, em defesa do emprego e das empresas do concelho.

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O presidente do município de Albufeira felicitou os promotores da iniciativa e mostra-se solidário com os empresários e os trabalhadores do concelho nas suas reivindicações.
 
Ao mesmo tempo, a associação está a promover a petição “S.Ó.S Albufeira” que reivindica a proteção do emprego, apoios sociais e apoios a fundo perdido para o tecido empresarial. José Carlos Rolo destaca que as empresas, e consequentemente os empresários, “têm que ser defendidos e apoiados porque são o pilar da economia e das famílias de qualquer concelho”.
 
O objetivo foi o de chamar a atenção dos governantes, a quem compete definir as regras de confinamento e proporcionar as ajudas financeiras, que ajudem a minimizar as «dramáticas consequências» provocadas pela doença e por essas mesmas regras.
 
“Da atividade empresarial dependem para viver, um enorme número de trabalhadores e as suas famílias que estão atualmente a atravessar grandes dificuldades ao nível da sua própria subsistência. Esta situação imprevista e de fim imprevisível requer que as entidades responsáveis governamentais tomem nota da situação real e que, conforme prometeram, disponibilizem apoio às empresas e às famílias que dele necessitam”, sublinha o presidente da Câmara Municipal de Albufeira.
 
O mesmo comunicado lembra que, estas reivindicações têm vindo a ser debatidas em várias reuniões que já decorreram entre a Câmara Municipal de Albufeira e diversas associações empresariais, tais como a Albucoop, ARHESP, AHETA, ACRAL e ACALB.
 
Refere a mesma fonte que, o presidente da Câmara Municipal, já realizou várias reivindicações a sensibilizar de novo o Governo para a urgência das necessárias medidas, nomeadamente a correção do cálculo de casos tendo em conta a população estrangeira em turismo e a obrigatória necessidade de apoios financeiros para evitar o encerramento e a falências das empresas do concelho.