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Câmara de Lagos solidariza-se com posição do Município da Nazaré na sustentabilidade da pesca de cerco

Câmara de Lagos solidariza-se com posição do Município da Nazaré na sustentabilidade da pesca de cerco
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11-02-2020 - 08:02
A Câmara de Lagos manifestou-se solidária com a posição assumida pelo município da Nazaré no que respeita à sustentabilidade da pesca do cerco no seu concelho e subscreveu um conjunto de propostas e medidas alternativas às preconizadas pela Comissão Europeia apresentadas por aquela autarquia.
 
Segundo explica o Município lacobrigense, atendendo à importância económica e social que a pesca de cerco representa no concelho, a Câmara Municipal entendeu associar-se e "solidarizar-se" com a posição já anteriormente assumida pela sua congénere da Nazaré. 
 
Entre as medidas propostas estão: a reestruturação e modernização da frota de cerco nacional; o apelo a uma análise alargada dos fatores com influência no stock de sardinha que não se restrinja, exclusivamente, ao esforço de pesca que tem decrescido nos últimos anos; a aposta na investigação científica desenvolvida pelo IPMA – Instituto Português do Mar e da Atmosfera, em conjunto com canais de transferência de conhecimento que permitam aos pescadores exercerem a sua atividade com um menor grau de imprevisibilidade; e a subscrição da posição das associações ibéricas de pesca da sardinha que pretendem o aumento da quota de captura para esta espécie para 30.000 toneladas em 2020.
 
As entidades subscritoras da moção consideram que as quotas de pesca atribuídas e as restrições fixadas pela União Europeia para espécies como a sardinha, carapau e biqueirão, são insuficientes e contraditórias com os dados científicos relativos à biomassa destas espécies presente na nossa costa. Pretendem, por outro lado, chamar a atenção para as implicações socioeconómicas decorrentes da intermitência imposta à atividade da pesca de cerco e para o relevo das espécies em causa nos hábitos alimentares dos portugueses.
 
Para Lagos esta posição, aprovada em reunião de 5 de fevereiro último, "decorre igualmente de um contexto de reforço do papel das atividades piscatórias e das suas fileiras como recursos endógenos e identitários do território e da retoma no concelho de investimentos em atividades industriais associadas à transformação de pescado, setor que tem um peso histórico e cultural importante na memória e identidade lacobrigense", assinala nota da autarquia. Entidade que irá dar conhecimento desta posição a um conjunto alargado de organismos das instituições europeias, nacionais, municipais e associativas do setor.
 
 
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