Segundo comunicado da AMAL, uma das candidaturas apoiada pelo programa Algarve 2030, e que ronda os 207 mil euros, com financiamento a 60% pelo FEDER, prevê a realização de ações de sensibilização e comunicação dos processos de cogestão do PNRF e da RNSCMVRSA, através de uma campanha de sensibilização multimeios, a criação de conteúdos científicos e a organização de eventos. A execução da candidatura está prevista ocorrer até 2027.
A outra candidatura, no valor de 143 mil euros, destina-se à sensibilização, ordenamento da visitação e restauro ecológico no Parque Natural da Ria Formosa, sendo financiada a 100% pelo Fundo Ambiental. Tem como beneficiários a Comunidade Intermunicipal do Algarve - AMAL, os municípios do PNRF (Loulé, Faro, Olhão, Tavira e Vila Real de Santo António), o Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF) e a Região de Turismo do Algarve (RTA). Juntam-se, ainda, como parceiros a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) do Algarve, a Universidade do Algarve (UALG) e o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), cujas ações previstas serão executadas até ao final deste ano.
Recorde-se que a cogestão de áreas protegidas pretende imprimir uma dinâmica de gestão de proximidade, em que diferentes entidades colocam ao serviço da área protegida o que de melhor têm para oferecer no quadro das suas competências e atribuições, através de uma gestão articulada, nos domínios da promoção, sensibilização e comunicação. A AMAL presta apoio técnico à cogestão do PNRF em representação dos municípios de Faro, Loulé, Olhão, Tavira e Vila Real de Santo António. No caso da RNSCMVRSA, representa os municípios de Castro Marim e Vila Real de Santo António.