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Casimiro de Brito

Casimiro de Brito
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Casimiro de Brito nasceu em Loulé, a 14 de janeiro de 1938. Teve várias profissões e acabou a sua carreira fora da Literatura como diretor de um banco. Atualmente dedica-se exclusivamente à escrita.
 
De acordo com informação avançada pelo Município Louletano, Casimiro de Brito começou a publicar em 1957 (Poemas da Solidão Imperfeita) e, desde então, lançou mais de 40 títulos. Dirigiu várias revistas literárias, entre elas Cadernos do Meio-Dia (com António Ramos Rosa), os Cadernos Outubro/ Fevereiro/ Novembro (com Gastão Cruz) e Loreto 13 (órgão da Associação Portuguesa de Escritores).
 
Atualmente é responsável pela colaboração portuguesa na revista internacional “Serta”. Esteve ligado ao movimento Poesia 61, um dos mais importantes da poesia portuguesa do século XX.
 
Ganhou vários prémios literários, entre eles o Prémio Internacional Versilia, de Viareggio, para a "Melhor obra completa de poesia", pela sua Ode & Ceia (1985), obra em que reuniu os seus primeiros dez livros de poesia.
 
Colabora nas mais prestigiadas revistas de poesia e tem obras suas incluídas em mais de 238 antologias, publicadas em vários países.
 
Participou em inúmeros recitais, festivais de poesia, congressos de escritores, conferências, um pouco por todo o mundo.
 
Foi diretor de festivais internacionais de poesia de Lisboa, Porto Santo (Madeira) e Faro. Foi vice-presidente da Associação Portuguesa de Escritores, presidente da Association Européenne pour la Promotion de la Poésie, de Lovaina, e presidente do P.E.N. Clube Português.  Obras suas foram gravadas para a Library of the Congress, de Washington.
 
Foi agraciado pela Academia Brasileira de Filologia, do Rio de Janeiro, com a medalha Oskar Nobiling por serviços distintos no campo da literatura — entre outras distinções, nomeadamente, em Portugal, a Ordem do Infante.
 
Conselheiro da Associação Mundial de Haiku, de Tóquio, foi nomeado “Embaixador Mundial da Paz” (Genebra, 2006).
 
A Académie Mondiale de Poésie (da Fundação Martin Luther King), galardoou-o, em 2002, com o primeiro Prémio Internacional de Poesia Leopold Sédar Senghor, pela sua carreira literária. Ganhou o Prémio Europeu de Poesia Aleramo-Mario Luzi, para o “Melhor Livro de Poesia Estrangeiro”, publicado em Itália, em 2004, e o “Poeteka”, na Albânia.
 
Tem traduzido poesia de várias línguas, sobretudo do japonês, e foi traduzido para galego, espanhol, catalão, italiano, francês, corso, inglês, alemão, flamengo, holandês, sueco, polaco, esloveno, servo-croata, macedónio, grego, romeno, búlgaro, húngaro, albanês, russo, árabe, hebreu, chinês e japonês. A sua obra é composta por mais de 45 livros.
 
Em 2016, recebeu a Medalha de Mérito Municipal atribuída pela Câmara Municipal de Loulé.
 
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