Política

CDS-PP de Lagos pede mais apoio para a Refood

Refood
Refood  
A concelhia do CDS-PP visitou, no dia 22 de abril, o núcleo da Refood de Lagos, tendo sido recebida por Dora Rosa, uma das coordenadoras da organização que existe na cidade desde 2020. A Refood é um movimento solidário, independente e 100% voluntário que resgata excedentes alimentares de restaurantes, cafés e cantinas para alimentar pessoas necessitadas.

PUB

Numa nota divulgada, o CDS-PP informa que a Refood está no Mercado de Santo Amaro desde 2024, onde é feita a distribuição dos alimentos doados por supermercados, por um restaurante e por todas as escolas de Lagos. Alimentos que são posteriormente distribuídos a cerca de duas dezenas de pessoas carenciadas diariamente (incluindo agregados com menores) ou em situação de sem-abrigo.

Ultimamente, devido à guerra no Médio Oriente, o número de pessoas que pedem ajuda tem vindo a aumentar. Aos representantes do CDS-PP, Dora Rosa mencionou que, devido à quantidade de bens alimentares recolhidos e à falta de voluntários, não têm possibilidade de aumentar a capacidade de resposta.

A organização agradece o apoio da Câmara Municipal de Lagos, que lhe tem cedido as atuais instalações; contudo, o custo com a eletricidade, que é da responsabilidade da Refood, «tem sido pago com muita dificuldade, sendo que a energia é um custo essencial para a conservação dos alimentos nos equipamentos de refrigeração, que precisam de estar constantemente ligados à corrente elétrica», lê-se na nota do partido.

Para além da necessidade de apoio financeiro para suportar custos operacionais, a concelhia dos centristas adianta que Dora Rosa manifestou haver necessidade de mais voluntários, para além de outras necessidades, como sacos para distribuição de alimentos ou doação de alimentos.

O CDS-PP manifesta o seu compromisso de apoiar o trabalho desenvolvido pela organização solidária, apelando aos proprietários da área da restauração (restaurantes, pastelarias, padarias) do concelho para que possam contribuir com os excedentes diários e para que os munícipes apoiem a instituição, de acordo com as suas possibilidades, de forma a ajudar «mais e melhor aqueles que mais necessitam», conclui.