Em comunicado, Rodrigo Borges Freitas lembra que se trata de um investimento superior a 420 milhões de euros, que será concretizado em regime de Parceria Público-Privada (PPP), "representando um passo decisivo após mais de duas décadas de promessas falhadas, estudos inconclusivos e primeiras pedras simbólicas".
Para o centrista, este momento surge "porque houve finalmente vontade política e sentido de missão", para uma obra que é "um imperativo de justiça social e de dignidade humana, numa região que tem sido reiteradamente esquecida nos grandes investimentos estruturais".
Rodrigo Borges de Freitas considera que é "inadmissível que uma população com quase meio milhão de habitantes enfrente carências crónicas de médicos, serviços exaustos e estruturas obsoletas, como há muito se verifica nos hospitais de Faro e Portimão".
O responsável lamenta que o PS Algarve, através dos seus deputados eleitos pela região, "tenha escolhido a véspera deste dia de conquista para atacar politicamente o Governo. Trata-se de um gesto revelador de má consciência, pois foram precisamente os executivos socialistas — entre 2015 e 2024 — que, com maioria absoluta, falharam a última oportunidade de lançar este concurso".
Adianta que durante quase uma década, "o PS acumulou relatórios, comissões, intenções e anúncios, mas não deixou uma única decisão efetiva para o avanço da obra".
Para o líder do CDS-PP Algarve, o novo hospital representa "uma visão para o Algarve: uma região com cuidados de saúde dignos, capaz de atrair e fixar profissionais, de oferecer qualidade de vida aos seus habitantes e confiança aos visitantes".
O CDS-PP Algarve assume que "irá continuará a trabalhar por um Algarve mais justo, coeso e valorizado, promovendo soluções de longo prazo em áreas estruturais como a saúde, habitação, mobilidade e gestão sustentável da água — sempre com base na responsabilidade, na verdade e na centralidade da pessoa
humana".