Os fogos localizam-se maioritariamente em Loulé (100), nos lotes adquiridos recentemente pela autarquia, na Urbanização Clona e em alguma habitação dispersa pela cidade, mas também na vila de Salir (12) e nas cidades de Quarteira (3) e Almancil (2), distribuindo-se pelas tipologias T1, T2 e T3.

O Município prevê a continuidade da construção e reabilitação de fogos em todo o concelho, tendo como meta 2000 agregados beneficiados até 2032, nas 11 freguesias do concelho.
Para o presidente da Câmara Municipal, Telmo Pinto, este momento tem um “sabor agridoce” pois, apesar de feliz por quem vai finalmente ter casa, há ainda muito trabalho a fazer nesta área central das políticas municipais. “Estou mais solidário com aqueles que não vão receber uma casa do que com aqueles que vão receber. Mas o nosso compromisso é continuar a trabalhar para que todos possam ser contemplados, o mais depressa possível. Já começámos com novos projetos pois sabemos que esta é a grande prioridade e a grande necessidade que as famílias têm”, sublinhou.
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O autarca lembrou ainda que é possível aceder a outros instrumentos mais imediatos, como o apoio ao arrendamento, que permitirá atenuar as dificuldades das famílias. Até ao momento, o Município já apoiou com este subsídio 349 agregados.
Na nota divulgada, a Câmara recorda que antes de encetar a sua Estratégia Local de Habitação 2019-2032, o parque de habitação pública no concelho integrava 234 fogos em 2019. Desde então, quase que duplicou esta oferta, tendo sido entregues 170 casas e, em breve, serão sorteados mais 36 fogos destinados a renda acessível.
Investimentos realizados ao abrigo do programa 1º Direito, no âmbito do acordo de colaboração como Instituto da Habitação e Reabilitação Urbana (IHRU), e financiados com fundos do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR).