Numa nota enviada ao Algarve Primeiro, o Município de Portimão acrescenta que esta edição reúne seis filmes contemporâneos, "representativos da diversidade do cinema francês atual, a que se junta uma obra clássica do património cinematográfico francês, oferecendo ao público uma viagem rica em estilos, géneros e temáticas". Segundo a mesma fonte, ano após ano, o ciclo “O Filme Francês do Mês” tem vindo a conquistar um público cada vez mais fiel, "tornando-se um evento muito apreciado por cinéfilos e francófilos de todo o Algarve". Através de comédias, dramas e romances, a iniciativa procura proporcionar "momentos de emoção, reflexão e descoberta", destaca a publicação da autarquia.
A sessão de abertura acontece no dia 29 de janeiro, com a exibição do thriller “Une affaire de principe” (2024), realizado por Antoine Raimbault. Com a duração aproximada de hora e meia, o filme passa-se em Bruxelas, em 2012, e acompanha a investigação conduzida pelo eurodeputado José Bové após a demissão inesperada do Alto-Comissário para a Saúde. O que começa como um caso obscuro transforma-se numa conspiração de grandes proporções, capaz de abalar as instituições europeias. O filme é baseado em factos reais.
Todos os filmes são exibidos na última quinta-feira do mês nas seguintes datas: 29 de janeiro – “Une affaire de principe”, de Antoine Raimbault; 26 de fevereiro – “Le Royaume”, de Julien Colonna; 26 de março – “Le dernier des juifs”, de Noé Debré; 30 de abril – “Le quatrième mur”, de David Oelhoffen; 28 de maio – “Mélodie en sous-sol”, de Henri Verneuil; 25 de junho – “Fragile”, de Emma Benestan; 24 de setembro – “Fifi”, de Paul Saintillan e Jeanne Aslan.
Promovido pela Alliance Française de l’Algarve, em parceria com o Institut Français, o Município de Portimão e o GAMP – Grupo de Amigos do Museu de Portimão, este ciclo tem como missão divulgar junto do público algarvio os grandes sucessos do cinema na língua de Molière. Em simultâneo, pretende também atrair a comunidade francesa residente ou visitante na região, incentivando o contacto com a história e o património cultural algarvios, conclui o documento.