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Como a musicoterapia pode ajudar a combater problemas de saúde
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É recorrente ligarmos a rádio num gesto tão automático que nem sempre pararmos para pensar nos múltiplos efeitos positivos que a música tem na nossa vida.
 
São muitos os estudos e os especialistas que comprovam que a música pode ser uma importante aliada da saúde física e mental.
 
Através da musicoterapia, é possível aliviar as dores, combater o stress e a depressão, bem como ativar determinadas áreas do cérebro que melhoram a qualidade de vida e o bem-estar.
 
“A música é capaz de nos deixar emotivos e de nos elevar a estados de conforto e de alegria. É como uma ‘massagem cerebral’ que mobiliza os sentidos e causa sensações mentais e, até mesmo, físicas”, conta a psicóloga Regina Scatena.
 
Na posição dos musicoterapeutas, a escolha da música é importante para os diferentes momentos do dia. De manhã, por exemplo, os rimos mais graves e mais acelerados proporcionam uma sensação de movimento e de aumento de energia, o que facilita o início de um dia de trabalho. Os mesmos ritmos são sugeridos para a prática de exercício físico. As baladas são uma excelente sugestão para relaxar, tranquilizar a mente e adormecer.
 
De um modo geral, a música permite aliviar o stress, relaxar e proporcionar agradáveis sensações de bem-estar. A música reduz a ansiedade, alivia as dores e o desconforto, na medida em que “entra em competição com a dor”, sustentam os especialistas.
 
Ouvir música ajuda a diminuir a pressão arterial, bem como a ativar as conexões cerebrais que melhoram a capacidade de memória.A música estimula a articulação de ideias e aumenta a produtividade, tudo porque liberta dopamina, neurotransmissor responsável pelo prazer. Nesse sentido, pode ser usada em atividades de cunho pedagógico para auxiliar na aprendizagem, na comunicação e na linguagem.
 
Os musicoterapeutas recomendam ainda os sons escolhidos pelo próprio indivíduo para os momentos de reflexão já que a música ajuda a promover o autoconhecimento através de memórias, recordação de momentos específicos e libertação emocional.
 
Ao mesmo tempo, a música estimula o movimento, o que é um excelente requisito para ganhar mais energia e emoções positivas, enquanto que se estimula a coordenação motora.
 
Enquanto benefícios para o cérebro em concreto, a música auxilia no desempenho das capacidades cognitivas como sendo, o raciocínio, a memória e o pensamento lógico. Em alguns casos, aumenta a concentração, o que melhora o desempenho em diversas atividades.
 
Por ser motivadora, relaxante e atuar diretamente na atividade cerebral, a música constitui um importante instrumento terapêutico para auxiliar no tratamento clínico de problemas psicológicos — como a depressão, ansiedade e stress —, de modo a melhorar a qualidade de vida das pessoas.
 
Para Regina Scatena, “quando utilizada de forma contextualizada, a música é um antídoto para as enfermidades físicas e mentais, como uma maneira de tranquilizar as dores da alma”-
 
Em síntese, a musicoterapia consiste na utilização da música e dos seus elementos — como melodia, ritmo e harmonia — para fins terapêuticos, de modo a atuar na reabilitação e melhoria da saúde física e mental”, explica a musicoterapeuta Giovanna C. Balzer, do Centro de Recuperação Neurológica (CERNE) no Brasil.
 
Para esta especialista, a melhor música ou estilo é aquele com que cada indivíduo se identifica e gosta, seja ao cantar, ouvir ou tocar algum tipo de instrumento. “O melhor mesmo é vivenciar essa arte e permitir que o corpo e a mente desfrutem de todos esses benefícios”.
 
Há muito que os entendidos tentam despertar para a importância da música nas crianças, sugerindo a aprendizagem formal de um instrumento ou de qualquer outra arte que envolva música como o canto, a dança, etc., com o passar do tempo e, muitos estudos depois, alarga-se esse leque a todas as idades, a um conjunto indeterminados de doenças e de estados físicos e mentais. É caso para dizer que, a música faz bem a tudo, por isso, cada pessoa deve escolher a melhor forma de se identificar com ela.
 
Fátima Fernandes
 
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