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Como aplicar a inteligência em várias dimensões
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Cada um possui a sua inteligência que se reflete nas mais variadas áreas de vida.
 
Naturalmente que, tendemos a insistir mais nuns aspetos que noutros para podermos ter melhor desempenho, mas muitas vezes, esquecemo-nos da importância de estender a inteligências e as nossas capacidades a outras áreas de vida.
 
Como resultado dessa incapacidade, temos muitas vezes a sensação de vazio, pois conseguimos ser bons profissionais, mas falhamos enquanto pais, conseguimos ser muito bons num estudo, mas pouco capazes de realizar uma vida familiar saudável…
 
Tal acontece porque, de certa forma, fomos habituados à ideia de que “não podemos ser bons em tudo”, mas eu contrario essa tendência afirmando que não precisamos de ser excelentes em tudo, precisamos de dar resposta aos nossos desafios de forma equilibrada, persistente e empenhada.
 
Quero dizer com isto que, em vez de dedicarmos demasiado tempo a uma situação, devemos distribuir essa energia, talento, criatividade e emoções nos vários planos de vida que temos ao nosso dispor.
 
Acredito que, as novas gerações já vêm equipadas para esta dimensão mais alargada, na medida em que, desde muito pequenos já estão despertos para dar resposta a um tipo de aprendizagem mais alargado, onde se incluem várias dimensões.
 
Claro que podemos sempre aprender com os mais novos e, aos poucos, integrar outras dimensões, não só para acompanharmos os nossos filhos, como também para nos descobrirmos e sentirmos outras dimensões mais alegres, felizes e positivas.
 
Na prática, penso que não é nada muito complexo de conquistar, basta que nos habituemos a pensar de forma mais criativa e alargada e que consigamos libertar-nos do preconceito e dos pensamentos que nos impedem de experimentar outras possibilidades para a nossa vida.
 
Aceitar que se aprende com os nossos filhos, penso ser o primeiro grande passo para esta oportunidade. Depois, aprender a gerir o nosso tempo definindo prioridades é outro ponto importante.
 
Nem sempre pensamos no tempo que perdemos no trânsito e que poderia ser melhor aproveitado criando alternativas. Aproveitar um encontro com um amigo ou com alguém que nos dá prazer é outro ponto que considero importante, sem esquecer que, devemos deixar de perder tanto tempo a encontrar desculpas para não estar mais em casa ou em atividades de lazer com a nossa família e, aproveitarmos essa energia para estarmos com os nossos filhos e a alimentar o nosso relacionamento.
 
Fomo-nos habituando a dizer que não temos tempo. Às vezes até parece moda dizer que se anda ocupado e que não se consegue viver melhor o casamento por não temos tempo…
 
É verdade que a sociedade nos exige muito tempo e disponibilidade, mas também é um facto que vamos perdendo tempo e energia que poderia ser melhor aproveitada em nosso benefício. É tudo uma questão de definir prioridades e de perceber que só precisamos do trabalho para ganharmos dinheiro para a nossa felicidade familiar e que, a realização profissional só tem valor se a partilharmos com quem amamos.
 
Faz ou não sentido aprendermos a dividir a nossa atenção por várias áreas de vida e aceitarmos que não temos de “ser os melhores”, mas que podemos ser muito bons em mais coisas?
 
Este é o meu convite para reflexão, amigo leitor.
 
Fátima Fernandes
 
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