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Como é que se descobre o amor?
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O amor é o sentimento que, nem é carinho, nem é amizade, nem é compaixão. É amor porque se sente prazer em estar com a outra pessoa, mas não é por mera companhia, sentimos-nos bem porque partilhamos algo de intenso e positivo com alguém que nos acrescenta esse sentimento.
 
Gostamos de abraçar, de beijar, de fazer amor. Isso é amar alguém! Isso é ser amado porque sentimos a mesma intensidade no outro.
 
Quando dizemos que “nunca casamos com a pessoa que amamos realmente no nosso passado, é um erro porque passamos por diversas fases de descoberta dos nossos sentimentos e, o amor acontece quando temos mais conhecimento e mais prazeres conhecidos e aceites pela nossa mente. A pessoa que nos permite expressar o maior número de emoções e que nos devolve à sua maneira, mas com a mesma intensidade, é aquela que amamos e que nos ama realmente.
 
Naturalmente que me poderá questionar como é que isso se consegue e eu digo-lhe, pela minha própria experiência, que é uma construção no tempo e que não ocorre em simultâneo. Não temos prazer sexual ao mesmo tempo em que nos deixamos levar por um beijo longo e intenso. Em cada fase valorizamos mais um aspeto que outro. Em cada momento, apreciamos mais uma posição que outra, mas sabemos o que aquela pessoa nos proporciona e vamos conseguindo aperfeiçoar e permitir que ganhe expressão.
 
Muitas vezes, os sentimentos parecem confundir-se e ganhar outros significados. É natural que os confunda até que tenha “evidências mais precisas” do que sente.
 
Também pode acontecer que tenha dúvidas, mas dentro de si, sente necessidade em estar com aquela pessoa e não com outra, tem motivos suficientes para se sentir bem e feliz na sua companhia, sente prazer num toque, num gesto, numa palavra. Então está a desenvolver o amor e, quando sentimos que o outro está recetivo, é porque nos amamos de forma semelhante.
 
Gosto de falar nas coisas simples para compreender melhor o que sinto, afinal os sentimentos são o mais elementar que temos e que dão grandeza ao que somos.
 
Todos queremos amar e ser amados. Esse é o nosso sentimento maior. Muito mais do que querermos um casamento para a sociedade aplaudir numa festa linda, queremos nós sentir uma magia enorme em esperar que o outro nos beije e acaricie.
 
Todos queremos ser importantes para alguém e, sabemos que isso resulta deste conjunto de aspetos que também nós sentimos e vivenciamos. Não tenhamos ilusões, quando sentimos algo enorme por outra pessoa, é por que ela também sente o mesmo por nós, por isso acrescentamo-nos em conjunto, por isso, não precisamos de ter tantas incertezas. Aproveitemos os momentos!
 
Aproveitemos a música que se canta em conjunto, desfrutemos de um beijo caloroso, de um gesto provocador, de uma imensa vontade que nos leva para a intimidade, pois amor é tudo isso, só depois é que surgem os planos de uma vida em conjunto, de ter filhos com aquela pessoa, de dividir a casa e daí por diante. Tem de existir este enorme grau de confiança e de interesse entre duas pessoas para que ocorra amor, por esse motivo, não temos de nos preocupar com mais nada a não ser sentir livremente.
 
Quando sabemos o que sentimos, então fazemos os planos, sabendo que podemos sempre recuar, pois nada nos impede, tal como nos estaremos sempre a melhorar e a aperfeiçoar, pois temos imaginação e, quando amamos, queremos sempre experimentar coisas novas, sensações inovadoras e sentimentos mais maduros e elaborados.
 
Namore o tempo que sentir como necessário e sinta aquilo que todo o seu organismo lhe sugere, pois o amor nasce precisamente desse encontro pessoal que o cérebro “autoriza” dia após dia.
 
Fátima Fernanndes
 
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