Segundo dados divulgados pela cooperativa, 90% dos interessados encontram-se no ativo, sendo que as necessidades se concentram sobretudo nas tipologias T2 e T3.
A cooperativa propõe a retoma da construção a custos controlados, assente na utilização de terrenos municipais cedidos em direito de superfície, com financiamento assegurado pelos próprios cooperadores e enquadrado nas linhas de apoio europeias e nacionais.
“A gravidade do problema exige respostas práticas. Não propomos um modelo de dependência do Estado, mas sim uma solução onde os cidadãos financiam a sua própria casa a preços controlados, suportados pela legislação em vigor”, afirma a cooperativa, em comunicado, referindo que, antes das últimas eleições autárquicas, o modelo cooperativo foi apresentado a todos os candidatos à Câmara Municipal de Albufeira, “recolhendo apoio unânime e o reconhecimento da sua urgência para o desenvolvimento do concelho”.
A Albarda, CRL assume-se como “herdeira” da Associação de Moradores de Albufeira (AMA), entidade que, segundo a cooperativa, construiu 250 fogos no concelho entre as décadas de 1970 e 1980.
A recolha de dados continua ativa através de formulário online, que não é mais do que uma manifestação de interesse, não resultando daí qualquer vínculo financeiro ou contratual com a cooperativa.