Política

Covid 19.Deputado Rui Cristina exige mais condições no Centro Hospitalar no Algarve

Estando oficialmente declarada a pandemia mundial pelo vírus Covid 19 pela Organização Mundial de Saúde, o deputado diz ter questionado a Ministra da Saúde sobre "a capacidade da Administração do Hospital de Faro só com metade dos seus membros, com chefes de serviço e médicos graduados, a pedir a sua substituição, apontada na praça pública por pagar 566 horas de turnos num mês,- 11 mil euros- ao diretor das Urgências, em ter condições práticas para enfrentar uma crise epidemiológica, quando o plano nacional de preparação e resposta ao novo Coronavírus, considera os recursos humanos pilares essenciais".

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Perante o agravar do surto, o deputado refere em comunicado, que quis saber se "o Hospital de Faro, agora classificado como hospital de referência, tem recursos humanos suficientes".
 
Tendo em conta que foi hoje declarado mais um novo caso confirmado de COVID 19 em Portimão, por contaminação da professora da família de Portimão, que passou férias no norte de Itália, Rui Cristina pretendeu ser esclarecido sobre "o motivo de a linha SNS24 ter indicado à adolescente dessa família, a quem foi diagnosticado o primeiro caso no Algarve de COVID 19 e à Mãe igualmente contaminada, que tivessem medidas de higiene, continuando a vida normal". 
 
"O resultado, deste procedimento foi o encerramento das escolas, 1800 alunos sem aulas em Portimão, e a cidade em pânico. A quem pedir responsabilidades", questionou ainda o parlamentar. 
 
Finalmente, assinalou que "os 3 casos de suspeita de infeção por Covid 19, atualmente no Hospital de Faro, foram enviados para a unidade hospitalar pública, pelos hospitais privados do Grupo HPA Saúde". 
 
"No Plano Nacional de contingência não há diretrizes especificas referente ao relacionamento e processos de colaboração entre as unidades públicas e privadas, com exceção dos laboratórios de análises clínicas. Noutros países, já foi definida a participação dos privados a nível de camas, recursos humanos e farmacológicos. Em Portugal como vai ser?, interrogou igualmente Rui Cristina.