Em comunicado, a PJ adianta que “o agressor sexual coabitava com a criança de 11 anos, uma vez que mantinha um relacionamento amoroso com a progenitora, relacionamento que terminou logo após os factos serem conhecidos”.
Segundo a PJ, os factos ocorreram entre abril de 2025 e abril de 2026, quando o homem, aproveitando-se da ausência da mãe da criança ou da circunstância de aquela se encontrar noutra divisão da casa, abordava a vítima, praticando atos sexuais de relevo, mantendo-a depois em silêncio com oferta de presentes.
“Revoltada e traumatizada com os recorrentes abusos sexuais, em agosto do corrente ano a criança relatou o sucedido a um colega de escola, que por sua vez contou aos progenitores, os quais alertaram a escola e posteriormente a mãe da criança, vindo esta a denunciar os factos junto das autoridades”, lê-se na nota.
A investigação, iniciada após denúncia, permitiu a recolha de elementos que culminaram na detenção do suspeito, fora de flagrante delito.
O homem, cuja nacionalidade não foi especificada e vigilante de profissão, vai agora ser presente a primeiro interrogatório judicial para aplicação das eventuais medidas de coação.
O inquérito é titulado pelo Ministério Público (MP) de Silves.