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“Discussões fazem mal à saúde”
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Depois de décadas a defender que, “é através do conflito que se evolui”, ou que, “os opostos se atraem”, um estudo vem enfatizar a importância da harmonia e do entendimento entre as pessoas como benefício para a saúde.
 
O risco das discussões em excesso é de tal ordem que implica a morte sem uma causa aparente.
 
Estas conclusões surgiram de um estudo realizado na Dinamarca e que envolveu 10 mil voluntários que responderam a um conjunto de perguntas relacionadas com comportamentos no seu quotidiano.
 
Na interpretação do resultados, os cientistas verificaram que, as pessoas que estabeleciam relações diárias conflituosas; baseadas em discussões e falta de entendimento, padeciam de mais problemas de saúde e que, inclusivamente, corriam mais risco de vida. Em contrapartida, os inquiridos com relações interpessoais mais harmoniosas e baseada no diálogo e no entendimento, assumiam mais gosto e predisposição pela vida e, ao mesmo tempo, um aumento da longevidade.
 
Esta condição estende-se aos vários tipos de relações que se estabelecem, sendo que, se entende como prejudicial para o ser humano o excesso de conflitos entre colegas de trabalho, nas relações familiares, de amizade e nos casais.
 
Neste sentido, depreende-se que, “bons relacionamentos — com colegas de trabalho, vizinhos e namorados — trazem efeitos positivos.” Pelo contrário,  discussões frequentes, além de atrapalhar o dia a dia, podem aumentar o risco de morte em quem já passou dos 35 anos, segundo um estudo publicado pelo British Medical Journal.
 
Para se chagar a esta conclusão, os cientistas trabalharam no terreno com 10 mil participantes, que responderam, entre 2000 e 2011, a perguntas sobre as suas relações interpessoais diárias. 
 
De acordo com os resultados, divergências constantes com amigos e família chegavam a triplicar a probabilidade de falecer por qualquer causa, dada a fragilidade emocional dos sujeitos em estudo.
 
No mesmo trabalho, foram analisados problemas que prejudicam a saúde e que envolvem discussões entre pessoas, como sendo o divórcio, o stress, a vida familiar instável, as dificuldades financeiras, a instabilidade profissional e, percebeu-se que, um modelo de vida baseado em discussões, compromete a longevidade.
 
A solução para esta realidade, deverá então passar pela mudança de pensamento, já que, no fundo, não é assim tão difícil alterar comportamentos, é fundamental compreender o que nos prejudica para modificar.
 
De nada nos serve reunir um conjunto de terapias para relaxar se, dentro de nós reside uma inquietação permanente que nos conduz à instabilidade, ao medo e à solidão.
 
Fátima Fernandes
 
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