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E quando a separação acontece, o que fazer?
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De todo que o momento do divórcio é sempre delicado, sobretudo porque se aprende a sonhar, a criar um projeto de vida em comum, a fantasiar o mundo ao lado de outra pessoa, mas não se sabe como reagir quando tudo isso “cai por terra”.
 
Desde pequenos que lemos e vemos filmes de contos de fadas e histórias de amor eterno, mas claramente que não se inclui o reverso da medalha, pelo que, não é por acaso que estamos mais habituados a iniciar um romance do que a colocar a ideia de terminá-lo. 
 
Depois, quando se acredita no amor, defende-se um relacionamento para a vida, o que não melhora a forma como se encara o divórcio.
 
Efetivamente, todos devemos pensar que, o que começa pode ter um fim e aprendermos a viver com a ideia de que o amor pode não ser para sempre, para tal, não é necessário assinar os papéis do casamento e reservar a caneta para a separação, mas sim incluir a hipótese de que algo pode correr mal para ambos os lados!
 
Passar do sonho para a sensação de “um tapete a sair-nos debaixo dos pés” não é agradável para ninguém, mas também não é o fim do mundo, nem o fim da nossa existência e desejos.
 
Para a psicóloga clínica Teresa Andrade existem duas possibilidades quando termina um namoro ou um relacionamento: “culpar eternamente o ex, ficando preso ao passado, ou aproveitar a sensação libertadora de estar solteiro.”
 
No seu apontamento na revista Notícias Magazine, esta especialista apresenta uma lista de alternativas ao sofrimento e desafios para encontrar uma nova forma de vida após a separação e clarifica que, uma solução positiva para atravessar o momento difícil passa por compreender que, na vida nada é eterno e que ninguém pode garantir um relacionamento para sempre. 
 
Muitas pessoas conseguem-no e muitas pessoas não o conseguem numa determinada fase, nem com aquela pessoa, o que não quer dizer que não conquistem a felicidade num outro momento de vida.
 
“O primeiro passo é mesmo tentar entender o que se passou, assumir as nossas falhas e entregar ao outro aquelas que lhe devem corresponder. Seguidamente, deve-se mudar a decoração da casa (quando a separação não implica mesmo uma mudança de residência), retirar os pertences da outra pessoa e tentar ao máximo colocar aquilo que é nosso e que melhor se identifica com o nosso bem-estar e autoestima”.
 
Praticar algum tipo de exercício e manter uma alimentação equilibrada são dois aspetos essenciais para se sentir bem, mais confiante e com mais motivação para lutar pela sua felicidade, sugere a mesma especialista.
 
O mesmo se passa com uma mudança de visual.
 
“Se ainda sentir magia com a pessoa, evite uma amizade, pois manter uma relação de proximidade nesse contexto não é uma opção positiva, muito menos facilita a mudança.”
 
Para “mudar a página da sua vida passada”, é fundamental dizer a si mesmo/a que nem tudo está perdido e que novas oportunidades, pessoas e momentos vão surgir. “Para isso, basta que se sinta bem, que tenha objetivos e que não ande desenfriadamente à procura de uma substituição.”
 
Converse sobre o assunto, mas só o essencial para assumir aquilo que quer eliminar da sua vida. Evite estar sempre a falar da sua vida passada ou mesmo a criar grupos para poder desabafar, pois essa posição só vai alimentar a ligação ao passado e impedir uma mudança e uma alternativa de vida.
 
Evitar os excessos também é uma excelente opção. A relação terminou não é necessário passar o dia a “achar-se o melhor” ou a fazer de conta a si mesmo e aos outros que “está por cima”. Naturalmente que está a passar uma fase delicada, mas seguramente que o tempo o vai ajudar a retomar a sua vida e a encontrar um novo sentido para os seus afetos.
 
Provocações também estão completamente fora de questão, bem como amigos em comum que aproveitam a ocasião para falar exaustivamente sobre o assunto. É preciso saber cortar ligações no momento certo e isso também é uma prova de autoestima e de coragem.
 
Se há quem faça uma festa de despedida de uma relação, há quem aproveite esse tempo para recuperar forças, para estar com pessoas diferentes daquelas que mantinham em comum ou simplesmente aproveitar para tirar umas férias.
 
A leitura é uma opção muito positiva, bem como ouvir aquela música que lhe diz tanto e que, mesmo sendo uma balada triste, faz uma vibração positiva dentro de si. No fundo, recomeçar à vida depois da separação, é recuperar a pessoa que sempre existiu, mas com a experiência de ter vivido um conjunto de emoções, despertares e até desilusões, o que são ingredientes para se sentir com força para iniciar novos desafios e alimentar novas conquistas, sabendo que “nada se repete e nada se promete” na vida!
 
Fátima Fernandes
 
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