As sessões, realizadas na Fuseta, Pechão, Moncarapacho, Quelfes e Olhão, contaram com a participação de cerca de 300 pessoas, que apresentaram sugestões, expetativas e visões críticas sobre as áreas da cultura, entretenimento, artes, património, identidade e território.
Na nota enviada ao Algarve Primeiro, o Município de Olhão congratula-se com a adesão, «interesse e implicação cívica demonstrados pela população, quer nestas iniciativas presenciais, quer na dimensão online, através de um conjunto de perguntas publicadas nas redes sociais».
Para a autarquia, este envolvimento da população é «essencial» para «aproximar a decisão dos cidadãos e incrementar a qualidade democrática da gestão e serviço públicos», destaca a mesma publicação.
Em setembro e outubro, irá ser dinamizado um novo ciclo de encontros comunitários nas várias freguesias, abarcando novos protagonistas e temas, para além da realização de laboratórios participativos com cerca de 30 agentes ligados ao associativismo cultural, com vista à criação de uma regulamentação de apoio a esta área.
Ao mesmo tempo, serão implementadas ações de auscultação junto da comunidade escolar do ensino secundário, em parceria com o Plano Nacional das Artes, e, também, em articulação com o setor empresarial do concelho.
Ao nível da estrutura municipal, está a ser desenvolvido um processo de escuta e reflexão entre os setores da cultura, património, educação, ação social, desporto, juventude, associativismo e turismo, de forma a que todas as áreas estejam articuladas e alinhadas na criação deste novo instrumento de política pública.
De 20 a 22 de novembro, acontece a 1.ª edição da Bienal Participação Cívica e Cultural - formato inédito nestes moldes a nível nacional -, na qual será apresentada a Estratégia para a Cultura e Criatividade em Olhão, como resultado de todo este processo colaborativo.
Os interessados em contribuir para a ECCO podem fazê-lo, também, enviando as suas visões e sugestões para o email [email protected].