Foram realizadas as masterclasses "Algarve à Mesa: harmonizações com identidade", promovidas em junho numa parceria com a Comissão Vitivinícola do Algarve (CVA). As sessões proporcionaram uma experiência prática de harmonização entre vinhos algarvios e iguarias regionais, permitindo aos participantes aprofundar conhecimentos sobre prova, serviço de vinhos e gastronomia. A instituição explica que a iniciativa surgiu na sequência do sucesso alcançado na edição de 2025 do Enofest, evento organizado pela EHT Portimão, "onde a elevada procura pelas masterclasses ultrapassou
largamente o número de vagas disponíveis".
Para Sara Silva, presidente da direção da CVA «A parceria com a Escola de Hotelaria e Turismo de Portimão reflete o compromisso da Comissão Vitivinícola do Algarve em valorizar e promover os vinhos do Algarve através de experiências práticas e de proximidade com o público. O sucesso das duas edições da masterclass "Algarve à Mesa: harmonizações com identidade" reforça a importância de continuar a desenvolver iniciativas conjuntas que aproximem os consumidores da identidade vínica e gastronómica da região.»
O início do verão ficou igualmente marcado pela realização da Academia de Mini Chefs, que envolveu mais de 300 crianças dos municípios de Lagos, Silves e Monchique. Através de workshops de cozinha, pastelaria e bar, os participantes tiveram contacto com técnicas básicas de confeção e preparação de comidas e bebidas, num ambiente lúdico que despertou o interesse pelas profissões das áreas da cozinha, restaurante e bar.
A oferta de atividades foi complementada pela iniciativa "Formação para Todos", ações de formação certificadas e gratuitas, levadas a cabo em horário pós-laboral, destinadas ao público em geral. A programação incluiu ainda formações de culinária vegetariana, cozinha tradicional e contemporânea, doçaria regional e conventual, cocktails, entre outras.
Segundo o diretor da EHT Portimão, Pedro Moreira, “Uma escola de hotelaria e turismo não pode viver fechada sobre si própria. Estas iniciativas mostram aquilo em que acreditamos: a formação é um bem que se partilha. Quando trezentas crianças vestem uma jaleca ou pegam num shaker pela primeira vez, estamos a plantar vocações. E quando abrimos as nossas portas à comunidade em geral, em formações gratuitas e certificadas, estamos a dizer que a qualificação é um direito e não um privilégio. É, também assim, que se constrói um setor mais forte, mais capaz e mais humano”.