Conforme descreve nota da autarquia, "considerada uma das celebrações pascais mais singulares do país", a festa tem como ponto alto a Procissão da Aleluia, que decorrerá ao longo de mais de um quilómetro de tapete em flores naturais.
Trata-se de um trabalho que envolve dezenas de voluntários, que inicia semanas antes, com a apanha e preparação das flores, e que prossegue durante a madrugada de domingo nas ruas da procissão.
A programação arranca pela manhã. A partir das 9h30, as ruas abrem ao público, acompanhadas pelo Encontro de Sabores da Páscoa, no Largo de São Sebastião, e pela Mostra de Artesanato, no Adro da Igreja Matriz.
Às 10h00, realiza-se a Eucaristia da Ressurreição, seguida da Procissão da Aleluia, marcada pelo cântico tradicional: "Ressuscitou como disse! Aleluia! Aleluia! Aleluia!", reunindo milhares de pessoas que se juntam para celebrar a fé e a identidade local.
Durante a tarde, a partir das 15h30, o Adro da Igreja Matriz volta a ser palco de animação com um programa que inclui doçaria e petiscos, a entrega de prémios dos Jogos Florais e do concurso das Tochas Floridas, bem como momentos de música e dança com "Vozes do Barrocal", "Splash Dance Crew" e Mónica Sintra.
À semelhança do que acontece desde 2019, a autarquia, em parceria com a SAN – Saúde Integrativa e com a Casa de Repouso e Saúde de São Brás, volta a adaptar e a reservar um espaço ao longo do percurso da procissão, assegurando apoio logístico no acompanhamento e disponibilizando áreas de estacionamento reservadas.
O objetivo visa proporcionar melhores condições às pessoas com mobilidade condicionada que participam e assistem ao evento, numa iniciativa integrada no projeto "São Brás Acessível para Todos".