A conversa propõe uma reflexão sobre o papel da imaginação na construção das sociedades, na produção científica e no quotidiano. Depois de ter abordado temas como cores, deuses, viagens e amores no primeiro volume, Francisco Louçã desafia os leitores a encarar o ato de imaginar não como uma fuga à realidade, mas antes como uma ferramenta crítica e urgente para compreender e reinventar o mundo contemporâneo.