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Fugimos muito do medo e corremos pouco atrás dos nossos sonhos
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A ciência regista que o medo funciona como que um mecanismo de defesa que nos protege dos perigos e que é essencial à vida humana, ainda assim, mal vivido, o medo limita-nos as ações e impede-nos de concretizar os nossos sonhos. Vivemos na era do excesso de medo e sem compreendermos muito bem porquê.
 
Somos tão condicionados pelo medo das crenças em que vamos acreditando e dando voz ao longo da nossa vida que acabamos por ter pouco espaço para os nossos sonhos, diz-nos Joe Vitale no seu livro Fator Atracão. Tal acontece porque dedicamos pouco tempo a compreender aquilo que nos limita a ação e o próprio pensamento. Muitas vezes deixamos de fazer algo que nos poderia ajudar a mudar de vida pelo medo de arriscar. Se analisarmos o que está por detrás desse medo, na maior parte das vezes, é algo que nos foi dito na infância, que não demos espaço nem a atenção necessária para descodificar e compreender e que, mais tarde, acaba por constituir um limite.
 
Uma criança que cresceu num ambiente de medo, acaba por orientar a sua vida para um limite constante, acreditando que esse é o seu “destino”, quando na realidade apenas está a dar voz ao que lhe foi dito e que nunca parou para pensar no seu verdadeiro significado. Neste sentido, Joe Vitale não tem dúvidas de que temos de ir à origem dos nossos medos, tomar consciência deles e dar-lhes outro sentido.
 
A criança que cresceu a duvidar das suas capacidades, terá de compreender que todos temos limites, mas que todos podemos mudar de atitude à medida em que tomamos consciência desses limites e até que ponto eles são verdadeiros. Vendo bem as coisas, apenas uma mente aberta nos ajuda a vencer na vida e a obter mais sucesso.
 
Temos de trabalhar, mas temos também de orientar esse trabalho para os nossos potenciais e deles tirar partido. A obra Fator Atracão ilustra um conjunto de exemplos, métodos e técnicas para conseguir superar muitos dos nossos medos. Pela sua própria experiência, o autor faz alusão a todo o percurso que tem feito no sentido de se sentir livre para poder concretizar os seus sonhos, mas para isso é preciso ter liberdade para sonhar, coragem para dizer a nós próprios que queremos abrir novos caminhos e despertar para novas realidades.
 
Necessariamente temos de trabalhar os medos que estão sempre presos a crenças negativas, pelo que um passo importante é procurar compreender o que se passou, esclarecer-nos e depois transformar essa informação em algo positivo. Quer isto dizer que, em vez de nos acomodarmos ao que nos correu de menos positivo, temos de analisar a experiência ou acontecimento e transformá-lo em algo positivo, algo que nos permita aprender com a experiência e seguir em frente.
 
Sob esta dimensão, o autor acredita que tudo o que nos acontece tem uma razão de existir, precisamos é de retirar as lições e analisar os sinais manifestados por essa experiência. A leitura atenta desses sinais abre-nos caminho para outras vivências e, se uma parecia negativa, ao ser transformada em algo positivo, acaba por sustentar a base de outra que certamente será melhor.
 
Na linguagem comum é dizer que não nos ficamos com uma experiência negativa, mas sim com a lição que esta nos pode dar para vivermos algo melhor. Neste sentido, se tivemos um resultado menos bom num determinado trabalho ou exame, temos de ver onde é que estava o erro para o poder corrigir ou melhorar. Em vez de darmos importância ao erro, devemos evidenciar o que podemos fazer a seguir sabendo que temos de melhorar. A partir daqui tudo se torna mais fácil e entusiasmante, assegura Joe Vitale.
 
O medo faz-nos perder demasiado tempo com o negativo, enquanto que a sua tomada de consciência remete-nos logo para a construção da solução. Joe Vitale sustenta que não podemos perder muito tempo agarrados a esse medo ou a um resultado menos favorável, temos de reagir e de encontrar uma nova saída para um problema e, o segredo disso é analisar e trabalhar nesse sentido positivo. Para si, esta é a chave do sucesso.
 
Fátima Fernandes
 
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