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Há pessoas que não olham a meios para atingir os seus fins
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Não sendo a maioria, na realidade, todos nós já conhecemos este tipo de pessoas, nem que seja na comunicação social.
 
Pessoas que são incapazes de se colocarem no lugar dos outros e que se focam num determinado objetivo e o levam até ao fim. Nem por instantes param para pensar se podem estar a afetar os outros ou a prejudicar alguém. Não possuem empatia e ainda menos são capazes de sair de si mesmas e de olhar os outros enquanto humanos, com os mesmos direitos.
 
São pessoas associais que não se importam com a sensibilidade e os sentimentos dos outros. São pessoas que se concentram no seu “Ego”, nos seus interesses, nas suas necessidades e que pouco se importam com o que os outros possam pensar e sentir.
 
No fundo, são daquele tipo de pessoas que devemos evitar se queremos ter boas relações e boa saúde, uma vez que, com estas pessoas por perto, não é possível encontrar consensos, muito menos bem-estar, já que não se socializam, não integram o espaço social e não se conseguem relacionar corretamente com os outros.
 
Recordo-me daqueles casos mediáticos como o mais recente daquela mulher de 27 anos que envenenava o próprio filho para ter a atenção do ex-namorado, ou pais que maltratam as crianças só para satisfazerem as suas necessidades egoicas e daí por diante. Poderia listar um conjunto de exemplos, mas o leitor sabe perfeitamente que uma pessoa antisocial é um verdadeiro perigo num círculo de amigos ou num qualquer grupo. O seu pensamento está sempre focado em tirar partido de algo para si, pelo que os outros são entendidos como “coisas”.
 
O mais lamentável de tudo é que não há solução para estes casos, pelo que cada pessoa consciente deverá manter-se afastada deste tipo de personalidade tóxica e prejudicial, sobretudo porque este tipo de pessoa faz desencadear muitas emoções negativas que nos prejudicam e que nos podem levar a “perder a razão”.
 
Dicas que facilitam a identificação de uma pessoa associal:
 
1. Não possuir empatia, ou seja, não se colocar no lugar do outro e não ajudar as pessoas;
2. Necessidade de se sentir o centro das atenções;
3. Não reconhecer os próprios erros e colocar sempre a culpa em alguém;
4. Preocupação excessiva com a imagem que transmite aos outros para “parecer sempre bem”
5. Necessidade de aprovação e de elogios constantes;
6. Dificuldades em ouvir e aceitar as opiniões de outras pessoas;
7. Mania da superioridade e necessidade constante de rebaixar os outros;
8. Muita dificuldade em trabalhar em equipa;
9. Querer mandar em tudo e todos;
10. Necessidade de controlo;
11. Não saber lidar com a frustração;
12. Evita sair de situações que já domina ou tentar coisas novas;
13. Necessidade de falar continuamente das suas vitórias;
14. Ridicularização dos outros e gozo para se sentir numa posição superior.
 
Como já referimos, estas pessoas possuem grande dificuldade em respeitar os outros, motivo pelo qual os especialistas recomendam que se mantenha afastado deste tipo de personalidade para evitar problemas, dissabores e muito sofrimento.
 
Fátima Fernandes
 
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