Num jogo com três golos anulados pelo videoárbitro (VAR) e duas grandes penalidades desperdiçadas, Bruno Faria (58 minutos) e Luís Rocha (61) colocaram os forasteiros em vantagem, o ganês Mo Dauda 'bisou' para restabelecer a igualdade, aos 65 e 90+3, e Welat Cagro, de penálti, aos 90+12, decidiu a partida.
O Lusitânia de Lourosa, que não vence há cinco jornadas, é 11.º classificado, com 39 pontos, enquanto o Portimonense ascendeu, à condição, ao 16.º posto, em vaga de play-off de manutenção, com 34.
Na primeira parte, o jogo teve poucos momentos de interesse e, na única ocasião de perigo, Francisco Canário viu o VAR anular-lhe um golo, por posição irregular de Samuel Lobato na jogada.
Após o intervalo, aconteceu de tudo. Desde logo, com uma grande penalidade desperdiçada por Canário, que permitiu a defesa de Vítor Hugo. João Casimiro marcou na recarga, mas o VAR impediu a festa dos algarvios, porque o jovem médio, em estreia absoluta, já estava dentro da área aquando da conversão do penálti.
Na sequência de dois lances de bola parada, a formação de Lourosa ganhou uma vantagem de dois golos no espaço de três minutos, com resposta de Mo Dauda para o 2-1.
A equipa forasteira podia ter ‘matado’ a partida, mas Fabinho atirou à barra, na marcação de uma grande penalidade, e o VAR anulou um golo de Dylan Collard por fora de jogo do central.
Nas compensações, o Portimonense garantiu a vitória de forma épica, com Mo Dauda a empatar e Welat Cagro a decidir o jogo, de penálti, a castigar corte com a mão de Luís Rocha.
Jogo disputado no Estádio Municipal de Portimão.