Segundo informa nota da Câmara de Lagoa enviada ao Algarve Primeiro, a iniciativa reuniu estudantes, docentes e equipas de voluntariado de Portugal, Reino Unido e Irlanda, com o objetivo de proporcionar um espaço de partilha e reflexão sobre os desafios atuais e o futuro do projeto europeu.
A sessão oficial de abertura realizou-se na quarta-feira, dia 27, no Centro de Congressos de Lagoa, e contou com a participação do presidente da Câmara Municipal, Luís Encarnação, e de Alfredo Sousa de Jesus, diretor do Gabinete do Parlamento Europeu em Portugal.
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O autarca destacou a importância de acolher iniciativas que aproximam os jovens das instituições europeias e reforçam a sua participação cívica, sublinhando o compromisso de Lagoa enquanto Cidade Educadora.
"A educação vai muito além das salas de aula. Constrói-se também na comunidade, no espaço público e nas experiências que permitem aos jovens conhecer outras realidades, partilhar ideias e desenvolver uma consciência crítica sobre o mundo que os rodeia", afirmou.
Luís Encarnação salientou igualmente a importância de preservar os valores europeus, como a cooperação, a solidariedade e o respeito pela diversidade, considerando que o contacto entre jovens de diferentes países contribui para reforçar os laços entre povos e para preparar as novas gerações para os desafios do futuro.
Alfredo Sousa de Jesus destacou o papel dos jovens na construção do projeto europeu e a importância da sua participação nas decisões que influenciam o futuro da União Europeia.
Ao longo dos quatro dias, o programa integrou debates sobre os desafios da era digital, atividades de construção colaborativa dinamizadas pela Ordem dos Engenheiros da Região Norte, iniciativas culturais e desportivas em Ferragudo e um painel de discussão final com deputados do Parlamento Europeu.
A realização desta iniciativa enquadra-se na estratégia do Município de Lagoa de valorização das novas gerações, refletida no Plano Estratégico Municipal da Juventude, que contempla a promoção da cidadania ativa, do pensamento crítico e do diálogo intercultural, regista a nota enviada ao nosso jornal.