Para o centrista, a ausência ou diminuição da importância desta data, especialmente em contextos de responsabilidade pública, pode indicar uma tentativa de minimizar o conhecimento sobre o período anterior ao 25 de Novembro de 1975, «altura em que se procurou implementar um regime comunista em Portugal do tipo soviético. Empobrecer o conhecimento da História recente, quando ainda há testemunhas vivas do momento acontecido, não augura nada de bom para o futuro! Enfraquecer deliberadamente o património democrático construído é minar a Democracia e a Liberdade», lê-se em comunicado.
Neste contexto, a falta de evocação do 25 de Novembro no Algarve, seja a favor ou contra, é vista, para Rodrigo Borges Freitas, como uma perda da oportunidade de expressar opiniões e de tomar partido, algo que considera essencial para a consolidação dos valores democráticos, e «isso eu não posso deixar passar», conclui.