Seguindo essa linha, o evento “A Nossa Cultura sai à Rua”, tem na sua génese a intenção de salvaguarda, valorização e transmissão de um património material e imaterial ligado à vocação rural da freguesia.
Numa nota divulgada, a Câmara de Portimão informa que o programa arranca, tal como nas edições anteriores, às 9h30, com um passeio que convida um grupo de utentes do Centro de Apoio a Idosos de Portimão a percorrer a zona da Espargueira, junto à Quinta da Rocha, numa viagem pelo património natural, pela fauna e flora, mas também pela vida selvagem da Ria de Alvor, guiada por Filipe Bally Jorge, chefe de Divisão de Ambiente do Município.
Mais tarde, o foco será uma mostra dos sabores, arte e ofícios locais, com a festa a sair para o adro da Igreja da Mexilhoeira Grande a partir das 16h00. Será uma apresentação de produtos agrícolas, alimentares, gastronomia e doçaria, artes e ofícios de índole tradicional local e regional, que se complementa com animação artística e musical presente ao longo do evento
Uma das vertentes de “A Nossa Cultura sai à Rua” passa pela realização de atividades de interação com o público que decorrerão no adro da Igreja da vila.
Seguindo essa linha, o evento “A Nossa Cultura sai à Rua”, tem na sua génese a intenção de salvaguarda, valorização e transmissão de um património material e imaterial ligado à vocação rural da freguesia.
Numa nota divulgada, a Câmara de Portimão informa que o programa arranca, tal como nas edições anteriores, às 9h30, com um passeio que convida um grupo de utentes do Centro de Apoio a Idosos de Portimão a percorrer a zona da Espargueira, junto à Quinta da Rocha, numa viagem pelo património natural, pela fauna e flora, mas também pela vida selvagem da Ria de Alvor, guiada por Filipe Bally Jorge, chefe de Divisão de Ambiente do Município.
Mais tarde, o foco será uma mostra dos sabores, arte e ofícios locais, com a festa a sair para o adro da Igreja da Mexilhoeira Grande a partir das 16h00. Será uma apresentação de produtos agrícolas, alimentares, gastronomia e doçaria, artes e ofícios de índole tradicional local e regional, que se complementa com animação artística e musical presente ao longo do evento
Uma das vertentes de “A Nossa Cultura sai à Rua” passa pela realização de atividades de interação com o público que decorrerão no adro da Igreja da vila.
Neste contexto, às 17h30, terá lugar a rubrica Olha a Modinha – “Cantos do Algarve – A Cultura a Saí à Rua – Instrumentais”, pelo Grupo de Cantares Mexilhoeirense, que colocará o público a entoar algumas músicas conhecidas ligadas ao repertório popular. Já às 18h00, decorrem oficinas de experimentação, das quais se destacam “Vamos fazer empreita”, com a participação de Ana Carla Cabrita, e “Vamos fazer uma esteira com o Sr. José Luís”.
Já o Rancho Folclórico da Figueira, atua às 19h10, o grupo atua e convida os visitantes a participar na oficina de danças tradicionais “Vamos dar um pezinho”.
Às 20h00, a Sociedade Recreativa Figueirense promove a oficina gastronómica “Sabores da Terra”, que vai ensinar os visitantes a confecionar as papas ou xerém de berbigão, um bivalve que se apresenta como símbolo de outra das mais antigas tradições da zona, quando famílias se juntavam para a apanha deste molusco na Ria.
Ao longo de toda a tarde, decorrem outras atividades de experimentação que costumam ser apreciadas pelos mais pequenos. Amassar os “passarinhos de pão doce”, preparar a taipa, pintar cerâmica, um atelier de plantação, moldar o barro e muitos jogos tradicionais, este ano dinamizados pelo “E.S.T.A.R. Projeto de Literacia em Saúde” são algumas das ações previstas.
A Quinta Pedagógica de Portimão e a Biblioteca Municipal Manuel Teixeira Gomes juntam-se a “A Nossa Cultura sai à Rua” com atividades dirigidas aos mais novos, que cruzam literatura, criatividade e consciência ecológica.
O desafio “Espantalho da Biodiversidade” convida as crianças a criar poemas, quadras e mensagens sobre a biodiversidade, que irão “vestir” um espantalho de tamanho real, posteriormente exposto na Biblioteca. Haverá ainda lugar à construção de “Mini-Espantalhos”, reutilizando materiais como serapilheira, palha, roupa e cordel, que poderão ser usados como marcadores de livros.
Ainda relacionado com a biodiversidade, a associação “A Rocha” colabora com um stand de divulgação e sensibilização para o património natural da freguesia.
Às atuações de “Cantos do Algarve – A Cultura a Saí à Rua – Instrumentais”, pelo Grupo de Cantares Mexilhoeirense (17h30), e do Rancho Folclórico da Figueira (19h10), junta-se, este ano, o concerto dos Brasa Doirada (21h00).
Outra novidade este ano é que a introduzir a tradicional desfolhada a partir das 22h00, está previsto um momento de teatro com a participação do grupo mexilhoeirense Gilletes d’Aço, seguindo-se para encerrar o evento, a festa “Há Baile no Adro”, animado pela dupla Paula e José Vicente.
A iniciativa “A Nossa Cultura Sai à Rua” é organizada pela Câmara Municipal de Portimão, com produção e implementação do Museu de Portimão e da Junta de Freguesia da Mexilhoeira Grande com a a colaboração de outras entidades.
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Neste contexto, às 17h30, terá lugar a rubrica Olha a Modinha – “Cantos do Algarve – A Cultura a Saí à Rua – Instrumentais”, pelo Grupo de Cantares Mexilhoeirense, que colocará o público a entoar algumas músicas conhecidas ligadas ao repertório popular. Já às 18h00, decorrem oficinas de experimentação, das quais se destacam “Vamos fazer empreita”, com a participação de Ana Carla Cabrita, e “Vamos fazer uma esteira com o Sr. José Luís”.
Já o Rancho Folclórico da Figueira, atua às 19h10, o grupo atua e convida os visitantes a participar na oficina de danças tradicionais “Vamos dar um pezinho”.
Às 20h00, a Sociedade Recreativa Figueirense promove a oficina gastronómica “Sabores da Terra”, que vai ensinar os visitantes a confecionar as papas ou xerém de berbigão, um bivalve que se apresenta como símbolo de outra das mais antigas tradições da zona, quando famílias se juntavam para a apanha deste molusco na Ria.
Ao longo de toda a tarde, decorrem outras atividades de experimentação que costumam ser apreciadas pelos mais pequenos. Amassar os “passarinhos de pão doce”, preparar a taipa, pintar cerâmica, um atelier de plantação, moldar o barro e muitos jogos tradicionais, este ano dinamizados pelo “E.S.T.A.R. Projeto de Literacia em Saúde” são algumas das ações previstas.
A Quinta Pedagógica de Portimão e a Biblioteca Municipal Manuel Teixeira Gomes juntam-se a “A Nossa Cultura sai à Rua” com atividades dirigidas aos mais novos, que cruzam literatura, criatividade e consciência ecológica.
O desafio “Espantalho da Biodiversidade” convida as crianças a criar poemas, quadras e mensagens sobre a biodiversidade, que irão “vestir” um espantalho de tamanho real, posteriormente exposto na Biblioteca. Haverá ainda lugar à construção de “Mini-Espantalhos”, reutilizando materiais como serapilheira, palha, roupa e cordel, que poderão ser usados como marcadores de livros.
Ainda relacionado com a biodiversidade, a associação “A Rocha” colabora com um stand de divulgação e sensibilização para o património natural da freguesia.
Às atuações de “Cantos do Algarve – A Cultura a Saí à Rua – Instrumentais”, pelo Grupo de Cantares Mexilhoeirense (17h30), e do Rancho Folclórico da Figueira (19h10), junta-se, este ano, o concerto dos Brasa Doirada (21h00).
Outra novidade este ano é que a introduzir a tradicional desfolhada a partir das 22h00, está previsto um momento de teatro com a participação do grupo mexilhoeirense Gilletes d’Aço, seguindo-se para encerrar o evento, a festa “Há Baile no Adro”, animado pela dupla Paula e José Vicente.
A iniciativa “A Nossa Cultura Sai à Rua” é organizada pela Câmara Municipal de Portimão, com produção e implementação do Museu de Portimão e da Junta de Freguesia da Mexilhoeira Grande com a a colaboração de outras entidades.