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Ministro inaugurou 40 anos da Fatacil

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17-08-2019 - 13:00
A Fatacil arrancou esta sexta-feira e decorre em Lagoa até 25 de agosto.
 
Na inauguração esteve presente Luís Capoulas Santos, Ministro da Agricultura, Florestas e Desenvolvimento Rural, que acompanhou o autarca Luís Encarnação, numa visita ao recinto do evento com cerca de 800 expositores.
 
Sendo a música uma das principais atrações deste certame, os milhares de visitantes poderão assistir aos concertos de Xutos e Pontapés (1º dia), Calema, Wet Bed Gang, João Pedro Pais, Matias Damásio, Quim Barreiros, Blaya, Jorge Palma, Mariza ou Richie Campbell.
 
No discurso de abertura, o Presidente da autarquia fez alusão ao dia 21 de junho de 1980, data que se assinalou a 1ª Feira Regional de Lagoa, rebatizada no ano seguinte com o nome de FATACIL - Feira de Artesanato, Turismo, Agricultura, Comércio e Indústria de Lagoa. «Dos 11 expositores locais e dos 1500 visitantes que os arquivos registam, temos agora 800 expositores nacionais e estrangeiros e mais de 180 mil visitantes esperados nesta 40ª edição, por isso, temos de assinalar o longo caminho que ficou para trás».
 
Para Luís Encarnação, «tem sido um caminho percorrido com cerca de 20 mil expositores e mais de 4 milhões de visitantes, um caminho de oportunidades e desafios». 
 
O autarca sublinhou que, ao longo destes dias, Lagoa atravessa um dos momentos mais altos do ano, «o que nos enche de orgulho». Destacando a nomeação do evento nos Iberian Festival Awards, e a distinção do "Prémio Cinco Estrelas Regiões 2019".
 
Na mesma ocasião, o autarca aproveitou para fazer uma homenagem «à mulher que foi a voz da Fatacil durante longos anos e que partiu no ano passado. Maria João Calapés dedicou muitos dias e muitas horas ao serviço deste certame, pelo que jamais poderá ser esquecida», tendo sido prestada homenagem à conhecida locutora.
 
Sobre o papel da Direção Regional de Agricultura e Pescas do Algarve, Luís Encarnação recordou que é o parceiro mais antigo da Fatacil, «assegurando a organização de áreas importantes e que constituem a identidade do certame, como é o caso do setor agropecuário ou do espaço "Amar a Terra", onde os visitantes podem encontrar muito do melhor que o Algarve tem para oferecer».
 
A promoção dos Vinhos de Lagoa e do Algarve é outra aposta do certame que, este ano conta com a parceria da Comissão Vitivinícola do Algarve, mostrando «o extraordinário trabalho que os produtores algarvios têm feito para conferir a reconhecida qualidade dos vinhos portugueses».
 
Luís Encarnação destacou outro parceiro oficial institucional: a Associação de Municípios Terras do Infante, pelo que, «este ano, Lagos, Aljezur e Vila do Bispo, também são Fatacil». 
 
 
O Ministro da Agricultura, Florestas e Desenvolvimento Rural, anotou o impacto que a Fatacil tem tido em termos locais, regionais e também nacionais, sendo de realçar que, «a agricultura que está na base original deste evento, foi um dos setores que melhor resistiu à crise e que se mostra com vitalidade».
 
O governante fez um balanço, num tempo em que se aproxima o fim de uma legislatura de quatro anos, realçando o percurso do governo e as conquistas alcançadas. Capoulas Santos não escondeu que, «foi cumprido um percurso, mas temos a certeza de que ainda há muito por fazer».
 
O membro do Governo anotou que, o setor da agricultura tem vindo a crescer de forma sustentada e a aumentar as exportações, batendo vários recordes. Confirmou também que a laranja do Algarve, bateu este ano recordes de exportação, «facto que já tinha acontecido com o vinho, com as frutas e hortícolas e com o azeite, onde deixámos de ser um país dependente e passámos a ser exportador, pelo que, a agricultura transformou-se numa profissão de prestígio, onde existe muito conhecimento, muita capacidade empresarial e muita tecnologia».
 
O Ministro evidenciou ainda a Reforma da Floresta, que foi iniciada nesta legislatura, reconhecendo o trabalho do Secretário da Estado Miguel Freitas, que segundo disse «tem tido um papel determinante».
 
Capoulas Santos lembrou que o Governo está a lançar uma reforma para uma geração, mas que tinha de ser iniciada para poder surtir os seus efeitos, cujo objetivo é que os próximos governos, lhe dêem continuidade, «para um país muito diferente do ponto de vista da gestão e do ordenamento florestal, da criação de riqueza e da minimização dos riscos de incêndio».
 
Com uma forte aposta na internacionalização, a agricultura portuguesa ultrapassou recentemente o 58º mercado externo, com outros 50 mercados em negociação, sustentou o responsável, assegurando que, «neste momento temos uma boa posição a nível internacional, graças aos nossos agricultores».
 
 
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