Com esta iniciativa, o MDM pretende contribuir para o esclarecimento da opinião pública e para o aprofundamento do debate sobre a efetivação dos direitos consagrados na Constituição, reafirmando que a violência e a exploração «são incompatíveis com os valores de dignidade humana, igualdade e justiça social que estruturam a lei fundamental» explica o Movimento num comunicado enviado ao Algarve Primeiro.
A iniciativa insere-se no conjunto de eventos nacionais «CRP — Constituição e Igualdade: 50 Anos de Direitos das Mulheres», que assinala o cinquentenário da Constituição da República Portuguesa, afirmando-a «como instrumento vivo e estruturante na promoção dos direitos das mulheres, da igualdade e da justiça social», reforça o MDM.