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Mudamos quando sentimos que o novo caminho é mais aliciante
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Se há coisas que não podemos mudar, há outras que são da nossa total e inteira responsabilidade, como é o caso das formas de estar, de agir e de pensar.
 
É verdade que não podemos mudar a nossa herança genética, aquilo que já vivemos e sentimos num determinado momento, mas deixa-nos muito confortáveis e tranquilos o facto de saber que temos todas as oportunidades que quisermos para reformular, iniciar e pensar de outra forma quando decidimos mudar nem que seja um aspeto na nossa vida.
 
Uma simples mudança de visual pode oferecer-nos uma imagem mais agradável quando nos vemos ao espelho e, a partir daí sentirmo-nos mais confiantes para uma entrevista de emprego, para uma mudança de local para beber um café, para fazer novas amizades, travar novos conhecimentos. É essencial que nos demos oportunidade de inovar precisamente para que nos sintamos a evoluir e a descobrir novas potencialidades em nós mesmos e até em dar uma nova oportunidade a outra pessoa.
 
É imperioso ter em conta que, sempre que nos sentimos motivados e confiantes, arriscamos fazer algo diferente, por isso temos de nos dar oportunidade de participar e de sair da nossa zona de conforto e procurar um novo livro, uma nova música, uma nova companhia para almoçar e daí por diante. Quando tudo parece que está sabido e esgotado, percebemos que é sempre possível mudar o rumo de um sentimento, de uma forma de estar e de pensar, basta que mudemos uma crença tão simples quanto acreditar que “se perdermos um comboio já não podemos apanhar outro” ou que “não há amor como o primeiro” e ainda pior que consideremos que não há amor como o da nossa mãe quando sabemos que há boas mães e más progenitoras. Não podemos generalizar os factos e, isso só se consegue alterar conquistando mais conhecimentos, alargando os nossos horizontes, ouvindo outras pessoas e falando de nós mesmos também.
 
Temos de nos libertar de um conjunto de mitos e de crenças para que possamos avançar; sair de uma determinada situação dolorosa e isso só se consegue procurando alternativas e acreditando que podemos sempre mudar aquilo que quisermos. Tal como mudamos a cor de cabelo e dos olhos, podemos mudar o estilo de vestir, podemos integrar um novo grupo, participar num evento e descobrir novas sensações. Aos poucos, vamos abrindo as nossas portas emocionais para outras formas de criatividade e de estar na vida. É tudo uma questão de reformular aquilo em que já acreditamos e dar-lhe um sentido diferente. Dessa forma percebemos que, as mudanças se iniciam dentro de nós: acreditando que é possível alterar, descobrindo novos caminhos e possibilidades e, acima de tudo, percebendo que, o que nos torna livres e felizes é sermos capazes de aprender com os outros, de transformar, de adequar a nós mesmos e a criarmos algo e criativo; algo só nosso. Isso é que faz a diferença e valida a nossa identidade.
 
É tornando-nos mais abertos que respeitamos mais os outros, que pensamos melhor e que consideramos mais possibilidades. Se fizermos este pequeno exercício de pensar um pouco além, vamos perceber que não andamos atrás de modas e de tradições, apesar de sabermos que elas existem, o que fazem e o que pretendem e, passamos a criar o nosso próprio estilo e forma de estar na vida. Gostamos de ser como somos, gostamos de saber mais e de crescer interiormente e descobrimos a vida noutra perspetiva. Acredite que vale mesmo a pena fazer algo novo nem que seja uma vez por semana. Dar mais de si nas atividades que realiza e pensar nos outros de forma mais humana, pois afinal, cada um à sua maneira, todos vivemos para sermos mais felizes e para nos encontrarmos, para sabermos mais e descobrirmos novas formas de felicidade. Assusta-nos o desconhecido, mas se não pensarmos em nós e na nossa vida, acabamos por ser estrangeiros dentro de nós mesmos! O que nos leva mais ao desconhecido, almoçar num sítio diferente, ou não conseguirmos sequer identificar as nossas emoções face ao que estamos a fazer repetidamente?
 
Certamente que já chegou ao que pretendo… mude qualquer coisa em prol de si, do seu bem-estar e felicidade e isso passa por se conhecer mais a si mesmo e por olhar os outros como gostaria que olhassem para si: como pessoas, como humanos, como alguém que merece o seu lugar no mundo e o direito a ser capazes de tirar o melhor de si para ser feliz!
 
Fátima Fernandes
 
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