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Mulheres que não foram “talhadas” para o casamento
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Os tempos mudaram e com o progresso vão surgindo novas formas de encarar o amor e as relações humanas.
 
São cada vez mais as mulheres que se assumem como “avessas” ao casamento, tudo porque dizem não ter nascido para se dedicar às lides domésticas, muito menos ao marido e aos filhos.
 
É tudo uma questão de opção, num tempo em que a liberdade de escolha ganha expressão.
 
São muitas as mulheres que preferem dedicar a vida à carreira, aos estudos, às amizades e a relações temporárias, o que não as torna “inferiores” em relação a quem faz uma escolha distinta. 
 
As mulheres tipicamente educadas para o lar, para os vestidos, para a costura, para cuidar do marido e dos filhos, são algo de inconcebível para a geração “anti casamento” que se impõe pela força de caráter, pela luta, por um ideal ou por uma carreira de sucesso.
 
São muitas as mulheres que trocaram, desde muito cedo, as tradições pela inovação, razão pela qual não conseguem aceitar esse modo de vida tão afastado da realidade masculina e, ao mesmo tempo, tão próximo das gerações anteriores que nada lhes acrescenta.
 
A ideia de uma menina ser educada para a futura esposa, é “obsoleta” para as mulheres inovadoras.
 
Estas mulheres dizem-se felizes com as suas escolhas e não sentir falta de um casamento; de uma relação duradoura, muito menos de qualquer tipo de dependência face ao amor.
 
Não se preocupam com o que a sociedade pensa a esse respeito, muito menos com o facto de não mudarem o estado civil no cartão do cidadão. Fazem férias com quem lhes apetece e motiva e vão aos eventos sozinhas ou com a companhia que “melhor se encaixa” na ocasião.
 
Gostam de conhecer vários tipos de pessoas e não se preocupam com o que possam pensar acerca das suas opções.
 
“Vestem calças” e têm o controlo das suas vidas, sem esperar que o marido as ajude a pagar as contas ou a cuidar das avarias do automóvel.
 
Podem mudar o pneu ou simplesmente telefonar para a oficina mais próxima, ligar o candeeiro ou naturalmente pedir a ajuda de um profissional, tudo porque ganham o seu dinheiro e, com ele a sua autonomia até para suportar a despesa de uma empregada doméstica.
 
Não sabem cozinhar, mas dispõem de um conjunto de sugestões de bons restaurantes, tal como conhecem a costureira ideal para pregar um botão.
 
São mulheres que se assumem como tal, que não sentem necessidade de ter filhos, mas que nem por isso rejeitam outras crianças.
 
Dizem –se “as melhores tias e cuidadoras do mundo” porque não lhes falta amor aos mais novos, mas na sua vida não há espaço para cuidar de um bebé, muito menos acompanhar o percurso dos filhos.
 
As suas relações podem ser mais ou menos duradouras, “mediante a disponibilidade de parte a parte”, pelo que apenas o amor importa. Quando arrefece a relação, deixa de fazer sentido!
 
Estas mulheres gostam de ganhar o seu dinheiro e de fazer as suas extravagâncias como “recompensa” para esse esforço diário. O resto? “Vamos encontrando aquilo que nos faz bem em cada momento!”
 
A ideia de que o ser humano precisa de um casamento para ser feliz, está cada vez mais ultrapassada e, estas mulheres comprovam-no com o seu estilo inovador e muito à altura das suas prioridades e desejos.
 
O amor é para ser vivido e sentido, nunca uma imposição e dificilmente será muito duradouro, isto porque, “quando não somos educadas para a dona de casa, para o espírito de sacrifício, para suportar e aceitar, dificilmente conseguimos tolerar os pontos negativos de uma relação”. Sempre na procura de sensações positivas, estas mulheres sentem-se no mundo onde a igualdade de género é uma realidade que se comprova com as oportunidades, seja em termos pessoais, profissionais e sociais.
 
Fátima Fernandes
 
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