Em comunicado, a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) do Algarve especificou que as candidaturas, que envolvem um apoio de 17 milhões de euros em fundos europeus, vão permitir “aumentar a recolha seletiva, reforçar a reciclagem, promover a circularidade dos recursos e reduzir a quantidade de resíduos urbanos depositados em aterro”.
Até agora, já foram executados mais de quatro milhões de euros por municípios ou empresas municipais de Faro, Olhão, Loulé, São Brás de Alportel, Lagoa, Silves e Vila do Bispo, e também pela ALGAR, empresa responsável pelo tratamento e valorização dos resíduos na região, acrescentou a mesma fonte.
Os investimentos municipais abrangem, entre outras ações, a aquisição de equipamentos e veículos para a recolha seletiva de biorresíduos e de outros materiais recicláveis, a compostagem doméstica e comunitária, o reforço e a modernização dos ecocentros, a otimização dos circuitos de recolha e a digitalização dos serviços, enquanto os projetos da Algar envolvem as infraestruturas de tratamento e valorização de resíduos.