Em comunicado, a autarquia avança que as novas habitações destinam-se a arrendamento apoiado e serão atribuídas a famílias portimonenses que não reúnem condições para aceder ao mercado de arrendamento privado.
A intervenção contempla a construção de oito edifícios que terão quatro a cinco pisos acima da cota de soleira e os respetivos arruamentos. Os 204 fogos repartem-se por 23 apartamentos de tipologia T1, 140 de tipologia T2 e 41 de tipologia T3, em que os edifícios habitacionais terão quatro a cinco pisos acima da cota de soleira.
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Dos oito edifícios, sete são habitacionais. O restante destina-se integralmente ao desenvolvimento de um Centro Comunitário, com serviços de utilização municipal.
A empreitada que foi adjudicada ao consórcio Rui Vilaça Pinheiro, Lda. / J.C.C.A., Lda., pelo valor de 26.134.173,00 euros, acrescido de IVA à taxa de 6%, tem um prazo de execução de 360 dias.
O investimento é financiado no âmbito do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), através do Programa 1.º Direito – Programa de Apoio ao Acesso à Habitação, e integra-se na Estratégia Local de Habitação do Município de Portimão.
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“Este é o compromisso mais exigente que este município assumiu em matéria de habitação, e é também o mais necessário. Falamos de 204 famílias de Portimão que hoje não conseguem pagar uma casa no mercado de arrendamento e que vão passar a ter uma habitação digna, com condições e a um valor comportável. Este é o tipo de investimento que muda a vida de quem cá vive.”, afirmou o presidente da Câmara Municipal de Portimão, Álvaro Bila.