A estrutura regional explicou que manteve, na primeira volta, uma posição de "independência crítica", por considerar que nenhuma candidatura correspondia plenamente à sua visão para a função presidencial, entendida como um cargo moderador, respeitador da Constituição e orientado para o bem comum.
Para a segunda volta, o CDS-PP Algarve sublinha que a neutralidade não deve ser confundida com indiferença, defendendo a importância do equilíbrio institucional, da contenção e da lealdade constitucional no exercício da Presidência da República.
No comunicado, a direção reafirma os valores democrata-cristãos, humanistas e personalistas do partido, destacando princípios como a dignidade humana, a família, a liberdade responsável, a coesão social e o Estado de direito como referência para a sua avaliação política.
O partido refere que não impõe um sentido de voto, "somos democratas e institucionalistas", apelando a que "cada um vote com consciência, vote com sentido de Estado, liberdade e fiel aos valores que sempre fizeram do CDS-PP um pilar responsável da democracia portuguesa", lê-se no documento.