Num comunicado, o PSD refere que a intervenção sublinhou que a democracia "não vive de automatismos nem resiste sem vigilância ativa", mas "defende-se melhor na moderação e desprotege-se nos radicalismos", exigindo "compromisso e uma cultura política que valorize a dignidade humana e o respeito como pilares inegociáveis", lê-se na nota enviada ao Algarve Primeiro.
Para o partido, num contexto em que “crescem discursos simplistas e tendências de desvalorização das instituições”, a mensagem apresentada defende que a preservação da liberdade "implica defendê-la sem hesitações".
O PSD Algarve refere que o seu compromisso está patente através de uma democracia "exigente, consciente e ativa, à altura da responsabilidade que a Constituição consagra e exige", conclui.