A autarquia tavirense explica em nota divulgada, que a primeira, é uma composição "envolta em mistério que tem cativado e comovido o público desde há séculos". A segunda, uma das obras mais eminentes do repertório sacro francês do século XIX, "distingue-se pela sua serenidade contemplativa, com melodias etéreas e harmonias de cariz impressionista, evocando uma profunda paz espiritual".
Sob a direção de Rui Baeta, são 60 vozes numa interpretação poética destas duas obras, "onde o público viverá uma experiência inesquecível de introspeção espiritual e elevação estética", evidencia a nota enviada ao Algarve Primeiro.